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Archive for março \30\UTC 2010

O Ministério Público Federal entrou com um pedido à Justiça Federal que determina que a Rede Globo esclareça as formas de contágio do vírus HIV. O requerimento foi apresentado em São Paulo pelo procurador regional dos direitos do cidadão, Jefferson Dias.

A ação é uma consequência de uma declaração de Marcelo Dourado, participante da atual edição do “Big Brother Brasil”. No programa do dia 9 de fevereiro, Dourado disse que “homem hétero não pega Aids”. Ele ainda afirmou que, se um homem contrair o vírus, é porque, em algum momento, ele teve uma relação homossexual. Considerada homofóbica, a declaração causou polêmica.

“Recebemos uma reclamação por e-mail de um cidadão indignado e entramos com o pedido”, afirma o procurador.

Segundo ele, o MP considera que a responsabilidade é da emissora e que, portanto, ela deveria esclarecer a questão no “BBB”. “Nesse caso específico, a responsabilidade é da Rede Globo, pois foi um programa gravado, e a emissora tinha a opção de veicular ou não as declarações”, aponta Dias.

O procurador adianta que ainda não houve um posicionamento da Justiça, mas confia que uma decisão saia em tempo hábil para que a emissora esclareça durante o “Big Brother”, que termina na terça-feira.

“Do contrário, vamos ver como a questão vai se desenrolar para que a emissora se posicione”. (O Tempo, 27/03/2010)

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A reavaliação toxicológica de 14 substâncias usadas em mais de 200 agrotóxicos é outro ponto de atrito entre a Anvisa e as empresas do setor.

Nos últimos dias, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura, enviou ofício à Casa Civil pedindo que os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente participem do processo.
Ela alega que o veto às substâncias aumentará o custo da produção.

Esses dois ministérios já fazem avaliação do registro de agrotóxicos, cada um em sua área. A atuação da Anvisa, agora, restringe-se aos possíveis danos à saúde.

Uma das substâncias reavaliadas pela agência já foi banida. Trata-se da cihexatina, que já foi muito usada na cultura de cítricos. Segundo a Anvisa, ela pode causar problemas aos sistemas neurológico e reprodutivo. Foi estabelecida uma regra de transição segundo a qual, até 2011, ela poderá ser usada em São Paulo.

A reavaliação de outras três substâncias já foi submetida a consulta pública. O indicativo da área técnica da Anvisa é que elas sejam banidas, mas a decisão final cabe à diretoria da agência. Isso pode acontecer ainda neste semestre.

Uma delas é o endossulfam, usado nas culturas de café e soja. Segundo a Anvisa, sobre ele recai a suspeita de que cause problemas endocrinológicos e danos ao sistema reprodutivo. Já o metamidofós estaria associado a problemas neurológicos. O triclorfom, a danos à reprodução e ao sistema hormonal. Ele já foi vetado pelo Ibama, que analisou o impacto ambiental. Todos esses produtos já são proibidos na União Europeia.

Para as demais, ainda não há data prevista para a decisão final da Anvisa.
As culturas que mais utilizam agrotóxico no Brasil são as de soja, milho e cana. (Folha de S. Paulo, 22/03/2010)

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O volume 15.1 da Revista Ciência & Saúde Coletiva já está à disposição do leitor, impressa e online. A nova edição da Revista discute o tema de segurança alimentar do ponto de vista conceitual, técnico e populacional, abordando uma variedade grande de questões a partir de pesquisas sobre: estilos de vida e alimentação, representações do corpo e medicina estética; obesidade em adultos, crianças e adolescentes; distúrbios alimentares; diabete; hipertensão arterial e nutrição, dentre outros. Esse volume também dá realce a propostas sobre alimentação saudável a partir de temas como alimentação orgânica, preparo e distribuição de hortaliças e frutas e análise de água para consumo humano. Os números que serão publicados em 2010 comemoram os 15 anos da Revista Ciência & Saúde Coletiva que continua sua trajetória em pleno crescimento e desenvolvimento. (ABRASCO)

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Esporte na dose certa é ótimo aliado para se recuperar de traumas físicos e emocionais

O engenheiro Pedro Augusto Xavier Bastos vivia prometendo a si mesmo que depois dos 40 anos teria uma vida mais saudável. Porém só tomou essa decisão pra valer aos 45 anos, quando já estava acima do peso, com glicose subindo e a pressão lá em cima. Começou pedalando em ciclovia e hoje participa de provas de 200km no Tour de France. A empresária Márcia Niemeyer, de 40 anos, sofreu um atropelamento, teve seus ossos esmigalhados, enfrentou três cirurgias e ficou 15 dias em coma. Descobriu no bodyboard a saída para a sua recuperação. E Júlia Vianna, de 67 anos, tratou sua depressão – depois de perder um filho – correndo.

Antes quase sedentária, correu três maratonas de Nova York. Para especialistas em exercícios, o esporte, quando bem orientado e na dose certa, é um excelente remédio na cura de traumas físicos e emocionais.

Pedro, de 47 anos, foi salvo pelo ciclismo. Com 1,78m, chegou a pesar 20 quilos acima do ideal. Agora está em forma, mas ainda quer emagrecer porque se prepara para uma prova de estrada de 180km em julho, na França. Ao trocar a bike comum para a modalidade em estrada, leva a sério os treinos com Walter Tuche e as orientações de nutricionista: – Hoje me sinto melhor e a minha mudança de hábitos é um exemplo para os meus filhos, Pedro Henrique e Bárbara. A minha mulher, Tanise, que sempre se preocupou em ter alimentação saudável, é minha grande incentivadora.

Ainda tomo remédios para hipertensão e controle da glicose, mas em doses muito menores.

Ele está no caminho certo. Pesquisas mostram que a atividade física funciona contra doenças. E pessoas que sofrem de depressão, Alzheimer e Parkinson também podem se beneficiar, diz a pesquisadora Andrea Deslandes, da Fiocruz e do Laboratório de Neurociência do Exercício da UFRJ.

– Estudos na Austrália, nos EUA e no nosso laboratório revelam que tanto o treino aeróbico como o de força aliviam a depressão. Se for leve ou moderada, o resultado poderá ser tão bom quanto o da droga antidepressiva – afirma. – Nem todo paciente responderá ao exercício como um tratamento não-farmacológico, e isto estará relacionado a diversos fatores, como a gravidade, a adesão ao treino e a intensidade.

Júlia respondeu bem. Ela caiu em tristeza profunda depois de perder o filho e a cunhada num acidente. Na época, foi difícil reagir. Aos poucos, incentivada pelo filho médico, passou a fazer caminhadas leves na área dos fortes em Niterói.

Foi quando conheceu o técnico Marcelo Borges, de triatletas como Fernanda Keller. Em pouco tempo estava participando de provas; estreou na Corrida de São Sebastião, e não parou mais. Correu três anos seguidos a Maratona de Nova York.

– Eu me sentia uma estranha num ninho de atletas, mas subi ao pódio em minha categoria. Com a corrida, reduzi a dose de antidepressivos e do remédio para pressão. Fiz amigos entre os corredores. Agora estou parada por causa de um tombo, mas continuo me exercitando em academia.

Atividade aumenta sensação de prazer

Ela foi beneficiada pela liberação de substâncias como hormônios, neurotransmissores e fatores que comandam respostas cognitivas, emocionais e motoras. Não só o músculo hipertrofia e se fortalece, mas ocorre maior atividade cerebral, produzindo neurônios e vasos, melhorando a conexão dos que existem, diz Andrea. Ela lembra que a motivação para se exercitar depende de algum tipo de recompensa, durante a atividade ou no resultado que se tem.

Se a pessoa nunca vivenciou momentos prazerosos com a modalidade ou nunca atingiu resultados que lhe motivasse a continuar, provavelmente ela não terá o estímulo para iniciar ou retomar um programa.

Apesar de o exercício produzir substâncias como endorfinas, dopamina e anandamida que aumentam a sensação de prazer, isto requer um mínimo de tempo e intensidade para acontecer.

Márcia, por exemplo, sempre gostou de esportes, mas depois de sofrer um atropelamento que a deixou em coma; quase um mês internada e oito meses de cama em casa, teve que parar. O trauma causou séria lesão em seu joelho e não podia mais fazer atividades de impacto. Resultado: engordou 20kg.

Quando sua endocrinologista, Rita Weiss, a incentivou a escolher um esporte com o qual se sentisse bem, experimentou o bodyboard: – Achei que iria me sentir ridícula voltando a surfar anos depois. Mas quando cheguei à escola me surpreendi com várias pessoas da minha idade, mais jovens, mais velhas. O bodyboard me faz ter contato com a minha maior fonte de inspiração e de relaxamento, que é o mar. Exercito tudo o que mais necessito.

Com as remadas eu fortaleço os braços. Nas pernadas, os músculos das pernas. Sem contar o forte condicionamento cardiorrespiratório. Para o professor Marcus Kung, da Escola Kung de Bodyboard, o esporte pode ser praticado mesmo por pessoas com lesões graves, se o médico autorizar.

– Em casos de hérnia de disco o bodyboard reforça a musculatura dorsal, lombar e abdominal. Isso melhora a postura, a sustentação da coluna e a respiração – diz.

Porém, assim como os medicamentos, é preciso ajustar a dose de atividade a cada pessoa, lembra José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. – Ao optar por uma atividade, o primeiro cuidado é saber se ela vai prejudicar a sua condição clínica, seja qual for – alerta.

O professor de educação física Fernando Fernandes, ex-participante do BBB, soube escolher. Ele encontrou na canoagem uma maneira de se manter ativo e aumentar sua autoestima depois de um grave acidente que o deixou paraplégico, em julho do ano passado.

Seis meses depois de um período de reabilitação no Centro Internacional Sarah de Neurorreabilitação e Neurociências, no Rio, ele participou também da Corrida de São Silvestre, em sua categoria.

Como não pode praticar boxe e futebol, seu esportes favoritos, ele começou a procurar outros. Então ficou sabendo de uma prova de revezamento com natação, canoagem e corrida em Brasília. Ligou para a organização e conseguiu um caiaque adaptado, que usou numa prova de 12km: – Naquele momento decidi que iria me dedicar à canoagem. Em julho vou competir em etapas na França, na Holanda e na Hungria.

Para Eduardo Netto, diretor técnico das Academias A! BodyTech, cada condição requer um cuidado. Mas diz que pessoas com condições especiais podem atingir níveis altos de desempenho.

Segundo os especialistas, as pessoas respondem diferentemente ao estímulo de uma atividade e à sua intensidade. Daí a importância da avaliação médica e funcional, além de orientação de profissional de educação física. Sem isso, o que pode ser remédio se transforma em veneno. (Antônio Marinho, O Globo, 07/03/2010)

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O uso de métodos contraceptivo após o parto não traz prejuízo à saúde da mãe ou do bebê. A conclusão é de uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e contraria o que, até então, era consenso entre os médicos: anticoncepcionais eram prescritos somente após seis semanas do nascimento do bebê -recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde). A descoberta pode favorecer o controle populacional de famílias carentes ou com pouco acesso ao sistema de saúde.

Segundo a orientadora da pesquisa e ginecologista Carolina Sales Vieira Macedo, o hormônio do leite inibe a produção de hormônios e, por isso, diminui o risco de a mulher engravidar nas primeiras semanas após o parto. Porém, a volta da ovulação varia de acordo com o organismo da paciente.

“Tem mulher que demora três meses, outras seis meses, para o ovário voltar à atividade. Por isso, muitas mulheres engravidam de novo nessa fase.”

A descoberta mostrou que o uso do implante contraceptivo -colocado sob a pele- não oferece riscos e pode ser indicado a mães que não têm acesso a postos de saúde ou que não fazem acompanhamento médico. Foram assistidas 60 mães -40 usaram o medicamento e 20 esperaram o tempo usual.

É indicado que a mulher dê um intervalo de 18 meses para voltar a engravidar. Antes disso, aumenta o risco de morte da mãe e do bebê. A pesquisa foi tese de mestrado da médica Milena Bastos Brito e foi premiada por um site internacional especializado. (Folha de S. Paulo, 07/03/2010)

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Falta de estudos clínicos que comprovem o benefício prometido pelo produto industrializado é o principal problema

Fabiane Leite Vinte anos depois da chegada ao mercado mundial de margarinas vitaminadas, iogurtes que dizem melhorar a flora intestinal e barras de cereais com antioxidantes, uma revisão científica em curso na União Europeia coloca em dúvida os reais benefícios de alimentos industrializados que prometem melhorar a saúde.

O trabalho, iniciado há dois anos pela agência que regula alimentos no continente, a EFSA (European Food Safety Authority), aponta que 80% das afirmações de benefícios – chamadas alegações – examinadas até agora não apresentam evidências suficientes de que cumprem o que prometem, segundo dados do órgão regulador. Segundo a agência, os países europeus encaminharam 44 mil alegações de benefícios à saúde, condensadas em cerca 4 mil promessas. Em metade dos casos, os documentos foram devolvidos aos países-membros por falta de dados. Das alegações restantes, cerca de mil já foram avaliadas e a maioria ainda não convenceu os especialistas.

Na lista de produtos com avaliação positiva da EFSA estão alimentos industrializados que levam vitaminas e minerais, como os que contêm vitamina D e dizem beneficiar o sistema imunológico, por exemplo.

Do outro lado, entre os produtos que não traziam os benefícios prometidos estão os com antioxidantes (substâncias químicas que protegem tecidos contra radicais livres, moléculas destrutivas que ajudam a provocar doenças e o envelhecimento). Também ainda há dúvidas no caso de produtos como iogurtes e leites com probióticos, bactérias que teriam ação benéfica para o intestino.

A revisão científica em curso na União Europeia tem causado protestos da indústria de alimentos, que afirma que a reavaliação prejudica o desenvolvimento de novos produtos mais saudáveis e o próprio mercado.

“A avaliação independente da EFSA nos ajudará a ter certeza de que as alegações de saúde estão corretas e que esses alimentos realmente auxiliam os consumidores a optar por dietas mais saudáveis”, defendeu Albert Flynn, que preside o comitê de especialistas responsável pela avaliação, em comunicado divulgado à imprensa.

A falta de estudos clínicos (com seres humanos) que comprovem as alegações das embalagens tem sido o principal problema verificado nas revisões. Muitos dos produtos baseiam suas promessas – redução do colesterol e melhora da função intestinal, por exemplo – em pesquisas feitas com animais e pessoas doentes, e não no público saudável.

Também nos EUA, os industrializados que se dizem saudáveis estão na mira da FDA, agência que regula alimentos e remédios no país. E a Organização Mundial da Saúde já discute uma padronização para a aceitação de alegações de saúde em alimentos industrializados.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, onde o mercado de produtos que prometem o bem-estar ganhou força principalmente após 1999, quando foi regulamentado, todos os industrializados que alegam propriedade funcionais e/ou de saúde têm de ser avaliados e registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O número de alegações aprovadas pelas autoridades brasileiras é menor do que o existente na Europa.

Além disso, produtos com benefícios nutricionais que quiserem estampar no rótulo informações como “vitaminado” ou “fonte” de uma vitamina são obrigados a cumprir legislação da agência. Segundo portaria, eles devem fornecer, no mínimo, 15% da ingestão diária recomendada do nutriente a cada 100 gramas de produto. A fiscalização cabe às vigilâncias sanitárias estaduais e municipais (mais informações nesta pág.).

“Temos indeferido vários pedidos, além de pedirmos estudos clínicos. Há produtos que a União Europeia aprovou, mas nós não”, afirmou Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.

A agência, porém, não tem relatórios disponíveis sobre o total de pedidos de alimentos funcionais ou com benefícios à saúde que tiveram o registro negado nos últimos anos. Entre os 2.359 pedidos de registro de alimentos (funcionais ou não) feitos em 2007, 20% foram negados. Procurada, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) não quis falar da revisão que ocorre na Europa.

“Muitas vezes, como se trata de produtos novos, há pouca literatura científica”, afirma Sílvia Cozzolino, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição e ex-integrante do comitê daAnvisa que certifica os funcionais. “Até por isso, usamos a expressão “alegação” de propriedades funcionais. Sou fã desses produtos, eles realmente podem ser benéficos, mas precisam ser melhor estudados”, diz. “O que há de bom é a busca, por parte da indústria, da melhoria da saúde.”

Outros cientistas, porém, veem no mercado em expansão um risco para a saúde. Alertam que a ciência da nutrição tem trabalhado para valorizar os nutrientes reconhecidos como bons e adicioná-los a qualquer produto, mesmo aqueles que não são saudáveis no restante da composição, como refrigerantes e salgadinhos. Também afirmam que a ciência da nutrição acaba desconsiderando características individuais e da dieta, que podem influenciar na maneira como os nutrientes são aproveitados pelo organismo. Tudo isso em detrimento de frutas, legumes e verduras.

“A melhor maneira de refrigerantes, salgadinhos e biscoitos venderem mais é fazer alegações de saúde”, disse ao Estado Marion Nestle, professora do Departamento de Nutrição e Estudos Alimentares da Universidade de Nova York. (O Estado de S. Paulo, 07/03/2010)

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Um programa que permite a troca de informações via internet entre médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) está reduzindo em cerca de 50% os deslocamentos de pacientes em tratamento, mostrou levantamento do Ministério da Saúde. Quando há dúvidas a respeito de um diagnóstico, por exemplo, o profissional da atenção primária pode solicitar a opinião virtual de um especialista, sem que o paciente tenha de se dirigir a um grande centro.

O piloto do Programa Nacional de Telessaúde, parceria entre oMinistério da Saúde e o Ministério da Ciência e Tecnologia, começou em 2007 em nove Estados (AC, AM, CE, GO, MG, PE, RJ, SP, SC e RS). Foi criada uma rede colaborativa interligando instituições de ensino e serviços de saúde com áreas de excelência complementares. O objetivo é agilizar a identificação de problemas e soluções e reduzir os custos dos processos.

Em 24 de fevereiro foi publicada uma portaria que normatiza a expansão do programa em todo o País para apoiar a Estratégia de Saúde da Família no SUS.

“Essa é uma forma interessante de usar a internet”, diz Jorge Carlos Machado Curi, da Associação Paulista de Medicina. “Há um médico presente para assistir o paciente. Ele apenas recorre à ajuda complementar do especialista.” (O Estado de S. Paul0, 07/03/2010)

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