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Archive for agosto \20\UTC 2010

No dia 13 de agosto foi inaugurada uma nova aba no blog, chamada ‘Atos PJ‘, que traz uma lista constantemente atualizada, em ordem cronológica inversa (o feito mais recente está sempre no topo da lista),  com procedimentos realizados pela 33ª Promotoria de Justiça da Capital, desde a sua instalação no ano passado. Esta lista é apenas exemplificativa, não exaurindo toda a gama de procedimentos administrativos, processuais e extraprocessuais desta promotoria. Visite e acompanhe o trabalho desenvolvido pela Promotoria em prol da saúde.
Para acessar a lista diretamente, clique aqui.
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Estudos associam paracetamol ao aumento do risco de alergias e asma

Dois novos estudos, um com bebês e outro com adolescentes, confirmam que um dos analgésicos mais vendidos no mundo, o paracetamol (há mais de 15 marcas com essa substância e a mais conhecida é o Tylenol) pode disparar crises alérgicas e piorar a asma. A droga é muito receitada contra dor e febre, além de ser a única indicada no alívio de sintomas da dengue.

Os dados foram publicados no “American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine” e envolveu 322 mil adolescentes, de 13 a 14 anos, em 50 países. O grupo que tomou paracetamol (acetaminofeno) pelo menos uma vez por mês (um terço do total e mais de quatro em cada dez americanos) teve 2,5 vezes mais chance de asma.

Em outra pesquisa, na mesma edição, a equipe de Alemayehu Amberbir, das universidades Addis Abeba, na Etiópia, e Nottingham, no Reino Unido, acompanhou mil bebês etíopes por três anos. O grupo que tomou paracetamol no primeiro ano – antes de ter sintoma de dificuldade respiratória – apresentou até sete vezes mais risco de asma.

Para o coordenador do estudo com adolescentes, Richard Beasley, professor do Medical Research Institute da Nova Zelândia, o paracetamol ainda é um dos melhores no alívio de dor e febre em crianças, e é mais seguro do que aspirina ou o ibuprofeno em pacientes com asma.

Mas, embora o seu estudo não comprove que o paracetamol tem relação direta com a asma, a droga potencializa a resposta do sistema imunológico, piorando as alergias.

Médicos brasileiros lembram que estudos anteriores sugeriram que o paracetamol, assim como o ácido acetilsalicílico (aspirina) e outros antiinflamatórios, como ibuprofeno, causam alergias ou agravam a asma.

Porém, até o momento, o paracetamol era visto como o mais seguro. Em 2008, estudo com 200 mil crianças em 31 países, pelo Programa de Estudo Internacional de Asma e Alergias em Crianças, publicado na revista “Lancet”, revelou que em crianças de 6 e 7 anos é comum o diagnóstico de queixas alérgicas após tratamento com paracetamol.

Em resumo, os médicos alertam que não se deve abusar de analgésicos ou anti-inflamatórios, mesmo o paracetamol, diz a pediatra Adriana Proença, coordenadora de assistência do Hospital Federal da Lagoa.

Assim como a dipirona aumenta o risco de doenças da medula óssea: – É importante usar esses remédios com muito critério. Há casos em que a febre sobe pouco e os pais recorrem a analgésico, antitérmico. Melhor falar antes com o médico.

O imunologista e alergologista Mario Geller reconhece que o paracetamol pode piorar alergias respiratórias, mas isso não significa que a droga é causa direta da doença. – Infecções das vias respiratórias ou mesmo um resfriado, situações que levam a usar paracetamol, podem provocar alergias e asma. Então não temos certeza se o efeito é causado pela droga – diz.

Droga é a mais segura na dengue

Nos casos de alergias respiratórias e asma, ele também acha que o paracetamol ainda é mais seguro que a aspirina e antiinflamatórios: – Cerca de 20% das pessoas com urticária e angioedema pioram com aspirina e ibuprofeno. Há a opção de pirazolona e dipirona, mas também com efeitos adversos.

E nos pacientes com dengue? – O paracetamol ainda é o indicado.

Se o paciente tomar ácido acetilsalicílico, poderá ter consequências graves. E jamais associe paracetamol e álcool. Há risco de insuficiência hepática grave – alerta.

Em comunicado, a Johnson & Johnson, fabricante do Tylenol, diz que “o bem documentado perfil de segurança de paracetamol faz com que ele seja o analgésico de preferência nos casos de asma”, e que “não há estudos randomizados e controlados mostrando relação causal entre paracetamol e asma”. (O Globo, 18/8)

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Estudo traça raio X das ciências da vida na cidade e aponta o que falta para a capital aumentar sua importância na área

Skyline de São Paulo

A cidade de São Paulo reúne todos os requisitos para se tornar um polo mundial de atividades ligadas às ciências da vida humana. Com 15,4% dos pesquisadores brasileiros na área de medicina, responde por 30,3% da produção científica nacional. Além disso, abriga 10 mil empresas do setor e contribui com 12,8% das internações para procedimentos de alta complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os dados são de um levantamento da Fundação Seade que será divulgado hoje. Mas o relatório também enumera os principais problemas enfrentados pelo setor na cidade: carência na oferta de serviços para determinados problemas de saúde, demanda reprimida de atenção básica que sobrecarrega hospitais universitários, falta de contato entre academia e indústria, etc.

Dezenas de profissionais de institutos de pesquisa, universidades, agências de fomento e empresas foram entrevistados para traçar o diagnóstico das atividades em ciências da vida, encomendado pela Prefeitura.

Até agora, o setor caminhou sem uma política pública coordenada. “Para criar uma política assim, é necessário primeiro mapear o que existe”, afirma Maria Aparecida Orsini de Carvalho, assessora especial da Prefeitura. “Com o levantamento pronto, podemos traçar estratégias para potencializar o setor.”

O objetivo é fomentar iniciativas semelhantes ao Biopolo de Lyon, na França, ou o Aglomerado de Ciências da Vida de Montreal, no Canadá: projetos de expressão internacional, conduzidos por governos, que transformam ideias em riqueza. Maria Aparecida afirma que será criado um portal para colocar todos os atores – pesquisadores, políticos e empresários – em contato.

Prioridade. Alunos do HC em ação: faltam recursos humanos

Para Jorge Kayano, do Instituto Pólis, a ideia merece elogios. “Pode ajudar a superar o déficit comercial brasileiro de US$ 7 bilhões nessa área”, afirma o pesquisador. “Mas precisamos evitar um descolamento dos investimentos das necessidades da população.”

Há 31,6 leitos em São Paulo para cada 10 mil habitantes. No Brasil, são 26,9. O número de leitos complementares de UTI – de maior complexidade – é duas vezes maior em São Paulo. Mas os leitos obstétricos e pediátricos paulistanos estão em um patamar inferior à média do País.

Ana Fernandes, da Universidade Federal de Pernambuco, colaboradora da pesquisa, sublinha a necessidade da criação de um sistema de inovação e não só um conglomerado de instituições. “São Paulo tem condições de fazer isso.”

Participação

20% dos grupos brasileiros de estudo em imunologia estão na cidade

52% da produção nacional científica em fonoaudiologia vem da capital

24% dos estudos em farmacologia nascem em instituições paulistanas (Estadão, 17/8)

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Total de cirurgias cresceu 80% em seis anos; operações para reverter o procedimento também estão em alta. Aumentaram as informações, os mitos caím e as técnicas evoluíram, analisam especialistas

O brasileiro perdeu o medo da vasectomia. O número de procedimentos feitos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) cresceu quase 80% em seis anos no Brasil, saltando de 19,1 mil em 2003 para 34,1 mil em 2009. Consultórios particulares também registram aumento da procura.

Para especialistas, em parte esse aumento é atribuído à política de saúde do homem do Ministério da Saúde, que passou a oferecer o tratamento na rede pública, e à cobertura dos planos de saúde. “Além disso, as pessoas estão mais informadas, sabem que não tem nada a ver com perda de masculinidade. Os mitos estão caindo”, diz o urologista Joaquim Claro, do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador do Hospital do Homem.

Na contramão dessa tendência, cresce também o número de homens que querem voltar atrás. Não há dados oficiais sobre o assunto. “Estima-se que esteja perto do que ocorre nos EUA, onde de 3% a 6% buscam a reversão da cirurgia”, diz Modesto Jacobino, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.

“Hoje faço cerca de uma reversão por semana, antes eram uma ou duas a cada seis meses”, diz Claro. “No Hospital do Homem a procura também tem aumentado desde que passamos a oferecer o serviço”, completa.

O urologista Rodrigo Pagani, do Hospital das Clínicas, acredita que a procura aumentará nos próximos anos. Os motivos mais comuns para a reversão são um novo casamento, a morte de um filho ou a melhora na situação financeira do casal, segundo observa o urologista Oskar Kaufmann, do hospital Albert Einstein. “A procura tem aumentado entre 10% e 15% ao ano”, estima Jorge Hallak, do Sírio-Libanês e do Hospital das Clínicas. “E a cirurgia para reversão tem o dobro das chances de sucesso [de gravidez] e custa a metade da fertilização in vitro.” Mas, segundo ele, muitas clínicas não falam dessa alternativa aos casais em tratamento para engravidar.

A cirurgia de reversão é hoje muito eficaz. Com técnicas de microcirurgia, é possível restabelecer a ligação que foi cortada (veja nesta página). Mas nem sempre a gravidez acontece. Após dez ou doze anos de vasectomia, a qualidade dos espermatozoides fica comprometida.

“Embora seja reversível, a filosofia é de irreversibilidade”, enfatiza Claro. Isso porque, enquanto a vasectomia é uma cirurgia simples e rápida, a reversão é mais complicada e exige um profissional bem treinado. Por isso a vasectomia só deve ser feita após uma decisão madura. Há normas que estabelecem que o homem deve ter no mínimo 25 anos e pelo menos dois filhos (Nota do Blog: besteira, despropósito).

Médicos seguem ainda outras recomendações, como manter uma longa conversa na primeira consulta, muitas vezes com o casal. Depois disso, costumam esperar ainda até dois meses para marcar a cirurgia, para que o casal possa refletir sobre a decisão. Também não se costuma operar pais de bebês menores de seis meses. (Folha, 17/8)

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A cidade de Itapema, SC, será o endereço do XXXI Encontro Estadual do Ministério Público, que ocorre de 26 a 28 de agosto de 2010. Saúde, condições de trabalho e aperfeiçoamento profissional estarão na ordem do dia do evento.

Há mais de três décadas a reunião bianual mobiliza os membros ativos, inativos e pensionistas do Ministério Público de Santa Catarina, além de seus familiares, para o aprimoramento de temas científicos e a prática salutar e indispensável do congraçamento entre os colegas.

Desde o primeiro encontro até hoje ocorreram importantes mudanças no seio da Instituição e por certo a promoção do diálogo sempre pautou o crescimento e fortalecimento intelectual e cultural do MPSC. As demandas científicas mudam, mas a necessidade de união da Classe permanece inalterada.

Se antes a maioria dos encontros ocorria na Capital, nas últimas décadas as reuniões tiveram endereços em diferentes regiões do Estado, como em Joinville (1994), Lages (1997), Fraiburgo (2006), e Itá (2008), intercaladas com edições em Florianópolis (2002).

Com o especial apoio do 9º Núcleo Regional de Itajaí, que engloba as Comarcas de Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema, Tijucas, Piçarras, São João Batista, Porto Belo, Barra Velha, Navegantes e Camboriú, neste ano o evento será realizado em Itapema.

Contamos com o apoio e a participação de todos para a realização do XXXI Encontro Estadual do Ministério Público. A presença de cada um significará o sucesso da nossa Instituição.

E o local escolhido, Plaza Itapema Resort, também permitirá especiais momentos de lazer e o exercício da camaradagem entre nós. O hotel possui total estrutura física para as palestras, além da oferta de excelentes serviços aos associados.

Programação

26 de agosto de 2010  – quinta-feira
14h às 18h – Recepção – (Coffee )
20h  – Solenidade de Abertura
21h  – ROBERTO GURGEL – Procurador-Geral da República e Presidente do CNMP
22h  – Jantar de BOAS VINDAS
27 de agosto de 2010 – sexta-feira
8h30min – Credenciamento
9h – LUÍS FELIPE CANEVER. Tema: “Processo eletrônico – conceitos básicos e o modelo do TJSC”.
ADALBERTO EXTERKOTTER – Debatedor
11h – KAZUO WATANABE. Tema: “Controle Jurisdicional das Políticas Públicas – ‘Mínino Existencial’
e demais direitos fundamentais imediatamente judicializáveis”.
12h30min  – Almoço
14 horas – Retorno às atividades
14h15min – HERVAL PINA RIBEIRO. Tema: “O Promotor de Justica adoece no trabalho? Por quê? Quais as doenças mais frequentes?”.
16h – Coffee Break
16h30min – HILDEBRANDO COUTO SCOFANO. Tema: “Identificando tristeza e depressão”.
20h30min – Degustação de vinhos
21h – Jantar com música ao vivo
28 de agosto de 2010 – sábado

9h – Espaço da Procuradoria-Geral de Justiça
11h – NUNO COBRA. Tema: “Qualidade de vida no mundo contemporâneo”.
12h – Almoço
15h – Programação esportiva, recreativa e cultural
20h30min – Jantar de encerramento com a banda Mr. Joker
Para acessar a página do evento, clique aqui.

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Três anos depois de iniciada, o blog como ferramenta de aproximação com o cidadão é uma experiência que deu certo no Ministério Público de Santa Catarina: já são 17 os blogs mantidos pelas Promotorias de Justiça, que os consideram uma importante ferramenta para melhor atender as necessidades da população. Os blogs complementam uma linha de atuação institucional que já conta com outros canais não tradicionais para dialogar com o público do MPSC: um canal de vídeos no YouTube e um Twitter.

Enquanto o YouTube e o Twitter integram projetos de cidadania desenvolvidos pelo MPSC a partir de 2008, os blogs começaram a surgir em 2007, por iniciativa individual das Promotorias, interessadas em conhecer melhor a sua comunidade. Hoje, além de conteúdos próprios, os blogs das Promotorias de Justiça incorporam vídeos e notícias da Instituição em suas páginas, regionalizando e ampliando a publicação. O resultado nas Comarcas foi um aumento na procura pelos serviços do Ministério Público, com inúmeros casos de denúncias recebidas a partir dos blogs (e apuradas) e também muitas mensagens deixadas pelos leitores, propiciando um retorno sobre a atuação do MPSC.

“Eu sempre fiz enquetes pelo blog perguntando qual o principal problema nos bairros da cidade. As pessoas votavam e isso fazia parte do meu plano de atuação na Promotoria”, ilustra o Promotor de Justiça Márcio Conti Júnior. Com o Blog da 1ª Promotoria de Justiça de Joaçaba, com atuação na defesa do meio ambiente, do consumidor e da infância e juventude, ele abriu caminho, de forma pioneira, para essa nova forma de dialogar com o cidadão: contando a ele o que o Promotor de Justiça estava fazendo pelos seus direitos, chamando sua atenção para o exercício da cidadania e procurando saber o que ele via de errado no seu entorno. (MPSC, 18/8)

O blog da 2ª Promotoria de Justiça de Biguaçu, em Santa Catarina

Procure pelos outros blogs das Promotorias de Justiça catarinenses na barra lateral deste blog. Já são 17 no total.

Para ler a notícia completa, clique aqui.

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É a primeira vez que uma pesquisa mostra a relação entre altas taxas de adrenalina e dificuldade para engravidar. Para pesquisadora de Oxford, técnicas de relaxamento podem ajudar os casais que tentam a concepção

A ex-modelo Claudia Schiffer posa grávida para a Vogue alemã em maio deste ano

“Relaxa que você engravida”. O comentário que já parte do senso comum – e irrita muitas mulheres – começa a encontrar amparo na ciência. Estudo da Universidade de Oxford com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA mostra que as mais estressadas têm menos chances de gravidez.

Especialistas já sabem que idade, hábito de fumar, obesidade econsumo de álcool interferem nas chances de gravidez, mas a influência do estresse é controversa. Os pesquisadores de Oxford usaram dois marcadores biológicos para medir o estresse: o cortisol e a alfa-amilase, proteína que indica as taxas de adrenalina.

O cortisol está associado ao estresse crônico, e a adrenalina é liberada pelo organismo quando a pessoa está, ou julga estar, em situações ameaçadoras ou perigosas.

Mulheres com níveis mais elevados de adrenalina tiveram 12% menos chances de engravidar na fase fértil do que aquelas com níveis mais baixos desse hormônio. Participaram 274 mulheres entre 18 e 40 anos, que tentavam uma gravidez natural.

Elas fizeram um registro diário de sua menstruação, estilo de vida e frequência sexual. No sexto dia do ciclo menstrual, coletaram uma amostra de saliva com um cotonete para análise dos níveis de cortisol e adrenalina.

Segundo a médica Celia Pyper, pesquisadora da Universidade de Oxford que liderou o estudo, apenas os níveis de adrenalina foram relacionados a menores chances de gravidez -os de cortisol não tiveram efeito. “Nossa hipótese era que as chances reduzidas de concepção estivessem relacionadas às mulheres cronicamente estressadas, mas não foi isso que encontramos”, disse.

O estudo tem limitações metodológicas: não foi controlado e reuniu várias idades em um grupo, o que pode influenciar nos resultados. Pyper exemplifica uma situação que aumenta os níveis de adrenalina. “Tentar equilibrar um monte de coisas e trabalhar com prazos apertados.” Para a pesquisadora, técnicas de relaxamento talvez ajudem alguns casais, mas são necessárias mais pesquisas sobre isso.

Para o ginecologista Jonathas Borges Soares, especialista em reprodução humana, o estresse pode dificultar a gravidez, mas é difícil ligá-lo à infertilidade por falta de evidência científica. “Por mais que existam marcadores biológicos, é difícil quantificar isso.”

Soares orienta as pacientes estressadas a buscar ajuda, sobretudo em casos de reprodução assistida. “Mais da metade dos casais não terão sucesso. Suporte psicológico ajuda a enfrentar.”

A psicóloga Helena Lima, doutora em saúde pública pela USP, sugere que a mulher crie estratégias antiestresse. “É preciso se apoiar nos fatores protetores. Em uma rede social, na religião, na meditação e até nas músicas do Pink Floyd, se isso deixá-la fortalecida.” (Folha, 13/8)

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