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Archive for setembro \30\UTC 2011

O Ministério da Saúde vai destinar um total de R$ 250 milhões a 44 hospitais universitários federais. A Portaria foi publicada segunda-feira passada no Diário Oficial da União. O nosso HU – Hospital Universitário, da UFSC, em Florianópolis, receberá R$ 7,2 milhões.

Tomara que chegue.

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Do Malcriado Bem-Criado.

 

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A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira que o país vai precisar de mais recursos para a saúde, mas descartou um novo imposto neste momento. Ao participar ao vivo nesta manhã do programa da TV Record “Hoje em Dia”, Dilma afirmou que o Brasil deve primeiro melhorar a gestão da saúde, embora isso não seja suficiente para atender as demandas de universalização e de qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS).  “Nós temos de provar, governo federal, governos estaduais e municipais, que podemos gerir bem a saúde e a partir daí a gente começa a conversar com a população”, afirmou a presidente.

Dilma citou o caso dos Estados Unidos para reforçar a ideia da necessidade de dinheiro do setor. “Não aceitem em hipótese alguma que a saúde no Brasil não precisa de mais dinheiro. Não é possível aceitar isso. Isso é uma coisa perigosa que nos Estados Unidos levou àquela dificuldade do Obama para aprovar o Medicare e o Medicaid”, afirmou a presidente. O Medicare e o Medicaid são programas da saúde pública americana voltados para idosos e pessoas de baixa renda.

Nesta semana, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, declarou que o Brasil precisaria de mais um imposto para financiar o sistema de saúde. Logo em seguida, diante da reação negativa de parlamentares da base e da oposição, líderes governistas do Congresso anunciaram a impossibilidade da criação de um imposto um ano antes das eleições municipais.

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Academia pública ao ar livre na Rua Dom João Becker, Ingleses

A empresa catarinense de promoção da Saúde TopMed, que já instalou 25 academias ao ar livre em oito municípios catarinenses, anunciou a entrega de mais uma Academia da Saúde em Florianópolis. A partir de hoje, uma nova academia ao ar livre estará à disposição da comunidade na rua Dom João Becker, junto à Praça Professor Manoel Emidio Silveira.

Instaladas em contrato de comodato com as prefeituras, as academias TopMed ganharam inclusive repercussão na mídia nacional, na ocasião em que foi entregue um espaço inédito de lazer e Saúde na Beira-Mar Norte, com equipamentos ergonomicamente adaptados para crianças e cadeirantes. Outro diferencial das academias TopMed é que, através de uma parceria com a Fundação Municipal de Esportes, a maioria conta com a presença de monitores de educação física, em horários previamente definidos, para orientar os freqüentadores.

Os hábitos saudáveis, e isso inclui a prática regular de atividade física, são os maiores aliados da população no controle da obesidade e das diversas doenças que se originam do excesso de peso.

Dos óbitos ocasionados por doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doenças respiratórias e o câncer, 80% são motivados pelos mesmos fatores de risco: o alcoolismo, o sedentarismo, o tabagismo e a alimentação inadequada. “Mais do que ajudar a reverter, a longo prazo, o preocupante quadro das doenças crônicas não-transmissíveis no país, a atividade física traz benefícios imediatos à Saúde: melhora o sistema imunológico, o fôlego, a qualidade do sono, a postura, ajuda na perda de peso e facilita o controle da hipertensão arterial, colesterol ou triglicerídeo e diabetes, reduzindo, inclusive, a utilização de medicamentos de uso continuado”, explica a médica Renata Zobaran.

A academia nos Ingleses é composta por alongador, multiexercitador, surf, rotação dupla diagonal, esqui, simulador de caminhada, simulador de cavalgada, remada sentada, rotação vertical, e pressão de pernas. Para instalar as academias, a TopMed estabelece uma parceria com as prefeituras municipais, a fim de que cedam um terreno que respeite uma série de requisitos, como segurança, iluminação noturna, estacionamento próximo, fácil acesso, condição mínima de qualidade do ar e poluição sonora controlada.

Academias ao ar livre em Florianópolis

Beira-Mar Norte – junto ao trapiche

Beira-Mar Norte – junto à estação da Casan

Beira-Mar Norte – Praça Celso Ramos

Beira-Mar Sul – Costeira de Pirajubaé

Bairro Santa Mônica – Associação Comunitária ACOJAR

Parque Ecológico do Córrego Grande – Horto Florestal

Bairro Parque São Jorge – Praça José Elias

Trindade – Praça Santos Dumont

Saco dos Limões – Praça Abdon Batista

Rio Tavares – anexo à Policlínica

Canasvieiras – rotatória de acesso ao bairro

Jurerê Internacional – esquina Av. dos Búzios com Av. das Raias

Jurerê – Praça Santa Luzia

Ingleses – Praça Professor Manoel Emidio Silveira, na rua Dom João Becker

Morro das Pedras – Associação Comunitária

Coqueiros – Av. Engenheiro Max de Souza, 789

Estreito – Praça Nossa Senhora de Fátima

Capoeiras – Centro Comunitário

Balneário – Praça Renato Ramos da Silva

Academias em outras cidades do Estado

São José – Avenida Beira-Mar

Palhoça – Av. dos Lagos, no bairro Pedras Brancas

Ouro – Rua 7 de Abril, 2350

Caçador – Parque Central José Rossi Adami 

São Miguel D´Oeste – Praça Belarmino Annoni

Gaspar – Centro Integrado de Eventos

Blumenau – Praça das Gaitas Hering

Orientações básicas para a prática de exercícios:

– Consulte sempre seu médico antes de iniciar atividades físicas e procure ter o acompanhamento de um educador físico;

– Fazer exercícios deve proporcionar prazer. Não encare o “treino” como um desafio a ser vencido nem tente acompanhar colegas mais treinados;

– Ao tentar se proteger do frio, no Inverno, evite casacos de nylon. Tecidos que “não respiram” podem fazer com que o sangue chegue muito quente ao cérebro;

– Nunca pare de repente. Diminuo o ritmo dos exercícios gradualmente, para desacelerar aos poucos o batimento cardíaco;

– Pratique exercícios ao menos três vezes por semana. Faça da atividade física um hábito;

– Cerca de 60% do corpo humano é constituído por líquidos. Por isso, hidrate-se antes, durante e após a atividade física, para recompor o que é perdido através do suor;

– Na fase de adesão aos exercícios, é comum sentir desconforto muscular no dia seguinte. Faz parte do processo temporário de adaptação e não é motivo para desistência;

– Use filtro solar sempre que for praticar esportes ou exercícios ao ar livre;

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Government press releases tend to be bland, earnest blather. But not one posted on the British Department of Health’s Web site last Thursday. Its headline: “Dismantling the NHS National Programme for IT.”

To translate the acronyms a bit, the NHS is Britain’s state-run National Health Service and the program in question was the ambitious drive to computerize England’s health records and let doctors, clinics and hospitals share patient information electronically. The project, begun in 2002, was budgeted at £12 billion (about $19 billion) and the government hailed it as “the world’s biggest civil information technology program.”

The British digital health project has been a slow-motion train wreck for some time with last week’s announcement mainly confirmation — and a pledge to change course. (The announcement was also a political gesture, as the Conservative government of David Cameron tries to get as much distance as it can from an unpopular initiative, begun by Tony Blair’s Labor government.)

Yet the United States is about to begin its own government-funded drive to accelerate the adoption of electronic health records, with Washington set to hand out more than $20 billion in incentive payments over the next five years. So what are the lessons to be learned from the English experience?

I asked three of the best-informed experts on this subject, with firsthand experience in government and health policy: Dr. David J. Brailer, the national coordinator for health information technology in the Bush administration; Dr. David Blumenthal, who held that position in the Obama administration for two years, before recently returning to Harvard; and Richard C. Alvarez, chief executive of the Canada Health Infoway, the nonprofit corporation established to push the adoption of electronic health records in Canada.

Here are some of their comments:
Dr. Brailer on the problem: “What we’re seeing in Britain is the final result of a number of fundamentally bad decisions. … It was classic top-down re-engineering that was forced upon physicians and nurses. The British government treated it as a big procurement program, putting out bids, selecting contractors, picking winners and concentrating their bets. They crushed what had been a pretty vigorous health information technology marketplace in Britain.”

Mr. Alvarez on how Canada and the United States are doing things differently than Britain: “As governments, we’re setting strategy, standards and outcomes in terms of what qualifies as the meaningful use of electronic health records. But we’re not doing the implementation. That has to be done at the local level.”

Dr. Blumenthal on the perils of trying to mandate changes in the work habits of doctors: “In a complex health system, you have an enormous number of independent actors, especially in a system like ours, but in England more than they thought. Physicians and health care professionals have to be part of the process every step of the way. You need to make this a collaborative effort, not a top-down procurement project.”

Dr. Brailer agreed and elaborated: “The experience in Britain is a warning to us. The thing that brought them to their knees was the confrontation with doctors.” (NYT, 27/9)

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O Departamento de Ciência e Engenharia da Computação da Universidade de San Diego, na Califórnia, criou um aparelho portátil capaz de medir a poluição ambiental – o citysense.

Dentro de uma caixinha do tamanho de um sabonete fica um computador capaz de transmitir dados pela internet e três sensores de gases poluentes. Eles medem a quantidade de poluição no ar e mandam os resultados em tempo real para um telefone celular.

A caixinha custará o equivalente a R$ 250. A ideia dos pesquisadores é levá-la ao mercado por um preço ainda mais baixo para que cada um dos moradores das grandes cidades do mundo se torne um fiscal da qualidade do ar.

O estado da Califórnia é conhecido pelas belas paisagens e o estilo de vida tranquilo dos moradores. Por lá quase não há poluição, então qualquer mudança na qualidade do ar pode ser facilmente percebida. (Radio Café SP)

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