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Archive for dezembro \19\UTC 2011

O risco de desenvolver o carcinoma de células escamosas, um tipo comum do câncer de pele, é três vezes mais elevado entre as fumantes

A atriz Priscila Fantin fumando seu cigarro na praia, no Rio

Mulheres que fumam com regularidade têm um risco três vezes mais elevado de desenvolver o carcinoma de célula escamosa, um tipo de câncer de pele. A descoberta foi feita por um equipe de pesquisadores do Centro de Câncer Moffitt, nos Estados Unidos, e publicada no periódico médico Cancer Causes and Control.

O carcinoma de célula escamosa é um câncer que costuma aparecer nas regiões da pele expostas ao sol. O tumor tem início como uma zona vermelha com superfície crostosa, descamativa, que não sara. Os índices de cura são altos, porque o diagnóstico da doença é fácil e pode ser feito já no começo de seu desenvolvimento.

Pesquisa

Durante a fase de levantamento de dados foram analisados 380 pacientes com câncer de pele e 315 que nunca haviam tido a doença (grupo controle). Dos que tinham o câncer, 215 tinham o carcinoma de células basocelular (tipo mais frequente da doença), e 165 o carcinoma de células escamosas.

Todos os 695 participantes responderam a questionários, que incluíam questões sobre o fumo, tanto no passado como no presente. Depois de ajustes para diversos fatores que poderiam influir nos resultados, como idade, sexo e outros cânceres de pele, descobriu-se que:

– Ambos os sexos: ter sido fumante não estava relacionado com o risco de carcinoma basocelular, mas aumentava significativamente os riscos de carcinoma de células escamosas. Quanto mais a pessoa fumava, maiores os riscos desse último tipo do tumor.
– Homens: aqueles que fumavam no mínimo 20 pacotes por ano tinham um pequeno risco para os dois tipos da doença.
– Mulheres: aquelas que fumavam 20 ou mais pacotes por ano não tinham risco aumentado de carcinoma basocelular, mas tinham um risco três vezes maior para o carcinoma de células escamosas.

“O fumo está associado mais fortemente ao carcinoma de células escamosas do que ao carcinoma basocelular, particularmente entre mulheres”, disseram os autores. Embora uma porcentagem mais alta de homens, no geral, chegue a desenvolver o câncer de pele, em comparação às mulheres, a causa disso provavelmente se deve mais à exposição ao sol do que ao cigarro em si. Os pesquisadores não estão certos, no entanto, das razões para essa diferença – talvez a pele masculina seja mais sensível ao sol, ou talvez as mulheres sejam mais cuidadosas na aplicação do bloqueador solar. (Veja Online, 19/12)

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Fast-food é principal fonte de gorduras nocivas ao corpo. Pesquisa foi divulgada no jornal de livre acesso ‘PLoS ONE’.

Ingerir alimentos ricos em gorduras trans e saturadas aumenta os riscos de depressão, segundo um estudo espanhol publicado nos Estados Unidos, confirmando os resultados de estudos anteriores que vinculavam o consumo de fast-food a esta doença. Os cientistas que participaram do estudo também demonstraram que alguns produtos, como o óleo de oliva, ricos em ácidos graxos ômega 3, podem combater o risco de doença mental.
Autores do amplo estudo, realizado pelas universidades de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria, acompanharam e analisaram a dieta e o estilo de vida de cerca de 12 mil voluntários ao longo de seis anos.
Quando o estudo começou, nenhum dos participantes havia sido diagnosticado com depressão. Ao final, 657 tinham desenvolvido a doença. “Os participantes com um consumo elevado de gorduras trans [gorduras presentes em alimentos industrializados e fast-foods] apresentaram até 48% de aumento no risco de depressão quando comparados com participantes que não consumiam estas gorduras”, disse o chefe das pesquisas.
Almudena Sanchez-Villegas, professor associado de medicina preventiva da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, também observou que no evento “quantas mais gorduras trans eram consumidas, maiores os efeitos negativos produzidos nos voluntários”.
A equipe de pesquisas descobriu, ao mesmo tempo, que depois de avaliar o impacto de gorduras poli-insaturadas – compostas de quantidades maiores de óleos de peixes e vegetais – , estes produtos “são associados a um risco menor de sofrer depressão”.
O estudo, publicado na edição online do jornal “PLoS ONE”, destacou que a pesquisa foi realizada com uma população europeia que tem uma ingestão relativamente baixa de gorduras trans – compondo apenas 0,4% “do total de energia ingerida pelos voluntários”. “Apesar disso, observamos um aumento no risco de sofrer de depressão de cerca de 50%”, disse o cientista Miguel Martinez.”Com base nisto, deduzimos a importância de levar em conta este efeito em países como os Estados Unidos, onde o percentual de energia derivada destas gorduras é por volta de 2,5%”, acrescentou.

O estudo indicou que o número atual de pessoas com depressão no mundo é de 150 milhões de pessoas. O montante aumentou nos últimos anos. Este aumento é imputável, segundo os autores, “a mudanças radicais nas fontes de gorduras consumidas em dietas ocidentais, onde substituímos certos tipos de gorduras benéficas – como as poli-insaturadas e as monosaturadas encontradas em nozes, óleos vegetais e peixes – pelas gorduras saturadas e trans encontradas em carnes, na manteiga e em outros produtos, como massas de produção industrial e comida rápida”.
Embora não seja um foco do estudo, os cientistas indicam que a doença cardiovascular fatal é “influenciada de forma similar pela dieta e pode partilhar de mecanismos similares em sua origem”. (France Presse para G1)
Peguei no blog da Fernanda Scheer, Nutricionista.

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…E também para pensar!

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O Ministério Público do Estado de Santa Catarina está apoiando a campanha do FIA – Fundo da Infância e Adolescência, a qual visa divulgar ao público em geral as principais informações relativas ao Fundo da Infância e Adolescência, bem como captar recursos para o mesmo e investi-los em projetos dirigidos ao atendimento dos direitos das crianças e adolescentes.

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Na noite de segunda-feira (5/12) o Procurador-Geral de Justiça, Lio Marcos Marin, esteve em reunião com o Governador do Estado, Raimundo Colombo, para a entrega da proposta de Projeto de Lei que modifica o Fundo para Reconstituição de Bens Lesados do Estado de Santa Catarina (FRBL). No encontro, o PGJ também conversou com o Governador expressando a preocupação do Ministério Público com o encerramento das atividades no Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (CASEP) de Xanxerê, no final do mês de dezembro. Outros assuntos tratados foram as deficiências no atendimento nas emergências dos hospitais e do projeto de Lei que trata dos precatórios do Estado.

Na proposta de projeto que trata do FRBL o MPSC define um novo modelo de distribuição dos recursos formadores do Fundo. Com o novo modelo, 30% dos recursos serão destinados a projetos submetidos à análise do Conselho de Administração do FRBL, 15% para perícias solicitadas pelo Ministério Público e 5% para Procuradoria-Geral do Estado. Os 50% restantes serão destinados a projetos de aparelhamento e modernização do Instituto Geral de Perícias (IGP), da Fundação do Meio Ambiente (FATMA), da Polícia Militar Ambiental, do PROCON Estadual e da Vigilância Sanitária Estadual.

Os recursos do FRBL devem ser utilizados na proteção dos bens e recuperação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, à economia popular, a bens e direitos de valor artístico, histórico, estético, turístico e paisagístico, à ordem urbanística, à ordem econômica, ao patrimônio público ou a qualquer outro interesse difuso ou coletivo. Com a mudança, o Ministério Público pretende contribuir para a capacitação técnica e institucional das Instituições para que possam cumprir suas atribuições, colaborando para a atuação dos Membros do Ministério Público de Santa Catarina.

O Projeto de Lei Complementar conjunto do Governo do Estado e do MPSC que dispõe sobre o FRBL também tem o objetivo de regularizar sua criação, que havia sido feita através de decreto governamental.

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Todos estão convidados para participar das comemorações pelo Dia Nacional do Ministério Público, no dia 14 de dezembro, no Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. O encontro busca valorizar as atividades realizadas por Membros e Servidores do MPSC, assim como refletir o papel e as funções da Instituição na sociedade. O encontro acontecerá das 17h às 19h.

Durante a comemoração, serão discutidas as temáticas “Desafios e Perspectivas do Ministério Público Brasileiro“, com a convidada Thaís Schilling Ferraz, do Conselho Nacional do Ministério Público, e “A Atuação dos Ministérios Públicos Estadual, MPT e MPF em Santa Catarina“, que reunirá representantes do Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Federal, ramos do Ministério Público Brasileiro em Santa Catarina, para discutir a atuação integrada, possibilitando uma maior qualidade no atendimento prestado à sociedade. O encontro conta como carga horária de 2 horas/aula e será transmitido pela TV WEB.

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O vocabulário dos economistas começa a ganhar novos termos, na tentativa de explicar as flutuações dos mercados e o comportamento dos investidores. Oxitocina e testosterona, mesencéfalo e córtex frontal orbital, palavras recorrentes na linguagem dos neurocientistas, começam a circular entre um grupo de pesquisadores ainda pequeno, mas em expansão: os neuroeconomistas.

A neuroeconomia é um ramo da economia comportamental que vai além dos experimentos psicológicos, como os que valeram ao psicólogo israelense Daniel Kahneman o prêmio Nobel de Economia em 2002. Os pesquisadores desse ramo mergulham no próprio funcionamento do cérebro humano, armados de um aparelho que ocupa uma sala inteira: a máquina da ressonância magnética funcional. Mais usada para encontrar indícios de tumores e outras moléstias na massa encefálica, a ressonância também revela a reação do sistema neurológico a estímulos típicos da interação econômica: o risco, o medo de perder, o incentivo de ganhar, o gosto pelas apostas, a preferência por produtos.

As pesquisas neuroeconômicas são razoavelmente recentes (datam dos anos 1990) e seus resultados, ainda tímidos, mas o campo já anima alguns economistas da “velha escola”. Um exemplo notável é Robert Shiller, da Universidade Yale, célebre por trabalhos em economia comportamental e informação assimétrica. Shiller considera que a teoria econômica poderá ser revolucionada muito em breve pela neuroeconomia. O livro que suscitou os comentários otimistas de Shiller é “Foundations of Neuroeconomic Analysis” (Fundamentos de Análise Neuroeconômica), de Paul Glimcher, neurocientista e, mais tarde, economista pela Universidade de Nova York. O título é uma citação, algo provocativa, a outra obra capital da teoria econômica: “Fundamentos de Análise Econômica”, de Paul Samuelson (1915-2009). (mais…)

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