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III Congresso Brasileiro de Direito e Saúde

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300img_5602“Conte até 10. Paz. Essa é a atitude.” Esse é o slogan da campanha lançada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) nesta sexta-feira (14/12), em evento na escola estadual América Dutra Machado, na comunidade Chico Mendes, na capital. A campanha visa à prevenção de homicídios cometidos por impulso, motivos fúteis e ações impensadas.
Ao lançar a campanha, o Procurador-Geral de Justiça, Lio Marcos Marin, falou às crianças da escola que o verdadeiro corajoso não é quem agride. “Corajoso é aquele que respeita, que tolera e resolve os problemas de forma amistosa. Paz, essa é a atitude”, disse Lio, que ressaltou, ainda, que um terço dos homicídios acontecem por motivos banais e que é preciso reverter essa estatística.

Em Santa Catarina, apesar da taxa de homicídios por 100 mil habitantes ser menor que a média brasileira – 12,9 no Estado contra 26,1 no Brasil – ela ainda é o dobro da média mundial, que é de 6,9 homicídios por 100 mil habitantes.
Na ocasião, o MPSC firmou um protocolo de intenções com as Secretarias Estaduais de Educação e de Segurança Pública para a divulgação da campanha. A ideia é sensibilizar a sociedade para a atitude de tolerância diante de situações que são propensas ao conflito, como discussões em bares, no trânsito, no ambiente doméstico, nas escolas, entre vizinhos e outras.

O Secretário Estadual de Segurança Pública, César Augusto Grubba, destacou que somente neste ano já ocorreram 691 homicídios em Santa Catarina, cerca de 200 por motivos fúteis. Já no ano passado, foram cometidos 247 homicídios, cujo motivo foi desavença. Também foram cometidos 61 crimes por motivo passional. “Temos que mudar a cultura do cidadão a partir das crianças. Tenho certeza de que os reflexos desta campanha repercutirão diretamente na segurança pública catarinense”, falou Grubba.

Representando a Secretaria de Estado da Educação, a Coordenadora do Núcleo de Educação e Prevenção às Violências na Escola, Rosemari Kock Martins, salientou que a política de prevenção da violência tem como princípio a valorização da vida. “É importante promover novas formas de agir, de pensar, neste ambiente que é a escola, ideal para formação da cultura de paz”, complementou.

O Coronel Marcelo Martinez Hipólito, coordenador do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), que em 15 anos atendeu cerca de 1 milhão de crianças, disse que irá agregar à campanha aos trabalhos já desenvolvidos. “Precisamos nos unir não só pelo presente, mas principalmente pelo futuro que queremos”, disse. Maria Clara Vinotti, Diretora da Escola América Dutra Machado, disse que a escola desenvolve vários projetos, buscando melhorar o índice de desenvolvimento humano. “A escola é o palco onde se pode dançar a dança da paz, através do ensino e da aprendizagem. Acreditamos no potencial de nossas crianças”, falou. A diretora se disse, ainda, sensibilizada por a escola ter sido escolhida para o lançamento da campanha. “Nos sentimos incluídos, e não marginalizados”, finalizou.
Luta, só no esporte

No lançamento, o lutador do UFC Thiago Tavares, padrinho estadual da campanha “Conte até 10”, esteve presente, distribuindo autógrafos, deixando sua mensagem de paz e divertindo as crianças e adolescentes com uma demonstração de seu esporte. “Fico triste de saber que nosso país é líder em consumo de drogas. Penso que podemos mudar o mundo ao formar essas crianças, e os professores fazem a diferença. Contem até dez para vencer na vida”, disse aos olhinhos que brilhavam ao ver o ídolo de perto.

A campanha em SC

O público-alvo da campanha, embora diversificado, tem como foco principal os jovens, que, segundo as estatísticas, são as principais vítimas e que também é o grupo que concentra grande parte dos autores desses tipos de homicídio.

O MPSC utilizará a campanha para demonstrar às crianças e aos jovens a importância do controle emocional para evitar homicídio e outros crimes contra a vida e a integridade física. Pretende-se criar meios para resolução de conflitos dentro das escolas, inclusive desobediência ao regimento escolar, preferencialmente por equipe formada por servidores da escola, membros da comunidade e representantes dos pais dos alunos, desenvolvendo a cultura da paz.

A campanha também será levada às delegacias de polícia e será integrada ao Proerd, programa preventivo e educacional de resistência às drogas, da Polícia Militar, que tem como finalidade evitar que crianças e adolescentes em fase escolar iniciem o uso de drogas. Também visa a despertar para a questão da violência e a preparar os pais no intuito de oferecer sustentação aos seus filhos para enfrentar o problema.
Para combater os crimes por impulso, a campanha “Conte até 10. Paz. Essa é a atitude.” passa a mensagem de tolerância em situações de conflito, buscando evitar a violência (brigas de trânsito, entre vizinhos, em bares, etc).

A campanha nacional

A campanha “Conte até 10” foi criada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e parte da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (ENASP). As peças nacionais são estreladas por atletas renomados – os campeões mundiais de MMA Anderson Silva e Junior Cigano e os judocas campeões olímpicos Leandro Guilheiro e Sarah Menezes -, que participam da iniciativa sem cobrar cachê. Em Santa Catarina, o lutador do UFC Thiago Tavares é a estrela das peças de divulgação (assista ao vídeo).
A campanha tem vídeos, jingles de rádio, anúncios para veículos impressos e digitais, entre outras peças, que serão veiculadas na mídia nacional gratuitamente até março do ano que vem. Também estão previstas ações educativas. Material didático sobre o tema está sendo elaborado em parceria com o Ministério da Educação (MEC) para uso a partir de 2013. (COMSO/MPSC, 14/12)

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Ou quem sabe parar de fumar de uma vez? A partir de uma semana, seu corpo já começa a sentir os efeitos positivos da ausência do cigarro. Procure seu médico!

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COMARCA: Capital

PROMOTORIA DE JUSTIÇA: 33ª Promotoria de Justiça da Capital

INQUÉRITO CIVIL N. 06.2012.00003236-0

Nº da Portaria de Instauração: 0012/2012

Data da Instauração: 18/05/12

Partes: Grupo de Apoio de Prevenção à AIDS-GAPA; Secretaria de Saúde do Município de Florianópolis

Objeto: Apurar a notícia da dificuldade de acesso de pacientes para tratamento da dependência química e seus familiares ao médico do CAPs AD Continente, bem como a ausência de acolhimento, atendimento e serviços terapêuticos da Unidade

Promotora de Justiça: Sonia Maria Demeda Groisman Piardi.

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COMARCA: Capital

PROMOTORIA DE JUSTIÇA: 33ª Promotoria de Justiça da Capital

INQUÉRITO CIVIL N. 06.2012.00003160-6

Nº da Portaria de Instauração: 0013/2012

Data da Instauração: 18/05/12

Partes: Obra Social Nossa Senhora da Glória (Fazenda da Esperança)

Objeto: Denúncia de irregularidades no funcionamento da comunidade terapêutica Fazenda da Esperança – Obra Social Nossa Senhora da Glória

Promotora de Justiça: Sonia Maria Demeda Groisman Piardi

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Especialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha.

A British Lung Foundation realizou um levantamento de 1.000 adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde. E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha – quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros. A British Lung Foundation afirma quer a falta de consciência é “alarmante”.

Amplamente utilizado

Os números mais recentes mostram que 30% das pessoas entre 16 e 59 anos de idade na Inglaterra e no País de Gales usaram cannabis em suas vidas. Um novo relatório do BLF diz que há ligações científicas entre fumar maconha e a ocorrência de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão. O uso de cannabis também tem sido associado ao aumento da possibilidade de o usuário desenvolver problemas de saúde mental, como a esquizofrenia.

Parte da razão para isso, dizem os especialistas, é que as pessoas, ao fumar maconha, fazem inalações mais profundas e mantêm a fumaça por mais tempo do que quando fumam cigarros de tabaco. Isso significa que alguém fumando um cigarro de maconha traga quatro vezes mais alcatrão do que com um cigarro de tabaco, e cinco vezes mais monóxido de carbono, diz a BLF. A pesquisa descobriu que particularmente os jovens desconhecem os riscos.

Campanha pública

Quase 40% dos entrevistados com até 35 anos de idade – a faixa etária mais propensa a ter fumado cannabis – acreditam que maconha não é prejudicial. No entanto, cada cigarro de cannabis aumenta suas chances de desenvolver câncer de pulmão para o equivalente aos riscos de quem fuma um pacote inteiro de 20 cigarros de tabaco, a BLF advertiu.

A chefe-executiva da BLF, Helena Shovelton, disse: “É alarmante que, enquanto pesquisas continuam a revelar as múltiplas consequências para a saúde do uso de maconha, ainda há uma perigosa falta de sensibilização do público sobre o quão prejudicial esta droga pode ser.” “Este não é um problema de nicho – a cannabis é uma das drogas recreativas mais utilizadas no Reino Unido, já que quase um terço da população afirma ter provado.”

“Precisamos, portanto, de uma campanha de saúde pública – à semelhança das que têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os perigos de se comer alimentos gordurosos ou fumar tabaco – para finalmente acabar com o mito de que fumar maconha é de algum modo um passatempo seguro.”

O relatório do BLF recomenda a adoção de um programa de educação pública para aumentar a conscientização do impacto de fumar maconha e um maior investimento na pesquisa sobre as consequências para a saúde de seu uso. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. (Estadão, 6/6)

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O consumo de cannabis não reduz a progressão da esclerose múltipla apesar de aliviar alguns sintomas, indica o estudo elaborado pela Peninsula Medical School de Plymouth (sul da Inglaterra) e publicado nesta terça-feira pela “BBC“.

Para a pesquisa, que durou três anos, cerca de 500 pacientes de esclerose múltipla de 27 centros médicos do Reino Unido ingeriram pastilhas com tetraidrocanabinol (THC), o princípio ativo da cannabis, embora sem as substâncias psicoativas da droga.

Ao longo do estudo, os pacientes não experimentaram nenhuma redução na evolução da doença. No entanto, a ingestão destas substâncias teve um efeito positivo em relação às dores, rigidez muscular e espasmos. “Há muitas provas que mostram que a cannabis possui um efeito sintomático. Mas, neste caso, queríamos comprovar se podia desacelerar o desenvolvimento da doença. Estou muito decepcionado, não por mim, mas pelas pessoas que a sofrem com a esclerose”, disse à “BBC” o professor John Zajicek, que dirigiu o grupo de pesquisadores.

Zajicek, que lamentou a falta de tratamentos existentes para as doenças neurodegenerativas, assegurou que encontrar uma substancia capaz de deter essa evolução seria como o “Santo Graal” da neurociência.

Apesar dos decepcionantes resultados desta pesquisa, os autores do estudo não descartam a cannabis como solução para estas doenças. “Acredita-se que a evolução da esclerose múltipla se produz pela morte das células nervosas e, por isso, os investigadores estão buscando tratamentos que sejam neuroprotetores. Neste sentido, alguns laboratórios já demonstraram que alguns derivados da cannabis possuem este efeito”, assinalou Zajicek, que também pediu um maior esforço de financiamento para seguir a pesquisa, já que esta poderia custar 6,25 milhões de euros.

Em um estudo publicado em maio pela Revista da Associação Médica do Canada (CMAJ), pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), comprovaram os efeitos paliativos que a ingestão de cannabis pode causar nos doentes de esclerose múltiplo. Os cientistas desta pesquisa observaram o efeito beneficente da substância em relação aos espasmos e as dores associada com a doença, embora também tenham advertido sobre “os possíveis e agudos efeitos cognitivos”. (Estadão, 29/5)

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