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Posts Tagged ‘Hospitais e clínicas’

O recém-inaugurado Instituto do Fígado, do Complexo Hospitalar Beneficência Portuguesa, em São Paulo, terá todos os seus 32 leitos destinados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Instituto do Fígado da Beneficência Portuguesa de São Paulo é o maior e o mais moderno centro de tratamento de doenças hepáticas do Brasil. A unidade dispõem de 48 leitos e de uma equipe composta por 134 profissionais especializados, que desenvolvem pesquisas, diagnóstico, tratamento aos pacientes e transplante, quando necessário.

Coordenado pelo médico Ben-Hur Ferraz Neto, um dos mais renomados profissionais nessa área, o Instituto do Fígado conta também com profissionais que anteriormente já faziam parte de sua equipe, e estão preparados para tratar todos os tipos de doenças hepáticas, como esteatose, cirrose, câncer, entre outras, além de realizar transplantes.

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A saúde continuará respirando por aparelhos

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Pele humana criada em laboratório

Pele humana criada em laboratório

Para a direção da Sociedade Brasileira de Queimaduras, os esforços vigorosos para a obtenção de pele para transplante, no Brasil e no exterior, a fim de suprir a demanda gerada pelo incêndio em Santa Maria, expõe claramente a fragilidade da assistência aos grandes queimados no país. “Não devemos mais permitir que um país com a dimensão e o potencial do Brasil dependa tanto de doação externa. Ela é bem-vinda e somos gratos, mas por outro lado esse auxílio internacional significa que nossos Bancos de Pele não estão em condições de suprir de forma adequada a demanda da população brasileira”, avalia o cirurgião plástico Marcelo Borges, responsável Técnico do Banco de Pele do IMIP, em Recife.

A pele estocada nos Bancos de Pele no Brasil é proveniente de doadores em morte encefálica ou post-mortem e geralmente retirada da região das costas, coxas e pernas. Tratada e armazenada, esta “matéria-prima” é de grande valia na assistência prestada aos queimados logo nos primeiros dias de tratamento, pois faz as vezes de curativo biológico, eficaz e seguro, até que a condição de Saúde deste paciente permita a realização de um enxerto com sua própria pele retirada de outras regiões.

“Estes substitutos temporários da pele, provenientes dos Bancos de Pele, são um ótimo recurso no tratamento, porém ainda escassos no Brasil. Além de ampliar a quantidade desses bancos com critérios geográficos, precisamos incorporar de forma imediata o uso da membrana amniótica e da pele de porco importada”, reivindica dr. Marcelo Borges, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras. “Paralelamente, precisamos apostar em pesquisas científicas de alternativas “abrasileiradas”, como a pele da rã ou, quem sabe, da tilápia. Isso sem falarmos na ampliação do uso das matrizes dérmicas, do cultivo de epitélio e na terapia gênica”, completa.

Para o cirurgião plástico Alfredo Gragnani Filho, que desenvolve pesquisas junto à Unifesp nas áreas de Cultura e terapia celular e células-tronco aplicadas à cirurgia, além de ampliar a quantidade de Bancos de Pele no país, também é necessário que se invista mais na conscientização da população para aumentar a quantidade de doadores. “Muitas vezes a família daquela pessoa que veio a óbito por morte cerebral tem a falsa crença de que a retirada da pele vai desfigurar aquele ente querido, e não é o caso. Os curativos conseguem disfarçar perfeitamente as áreas de onde o tecido foi retirado”, explica. “O ser humano cresce pelo amor ou pela dor. É chegada a hora de a sociedade civil fazer deste luto a oportunidade para um debate produtivo e profundo sobre as reais condições para acolhida aos queimados no país”, insiste dr. Borges.

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Cão é treinado na Holanda para detectar bactéria hospitalar: Beagle Cliff conseguir reconhecer micro-organismo causador de infecções graves com 83% de precisão. ‘Cão não precisou de uma amostra de fezes ou do contato físico com os pacientes’, afirma pesquisador ‘Tudo indica que eles podem detectar bactéria no ar em volta dos pacientes’.

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Um estudo realizado pela Universidade VU, de Amsterdã, na Holanda, revelou que cães podem detectar bactérias que causam infecções hospitalares graves, como a Clostridium difficile. Cliff, um beagle de dois anos usado no estudo, conseguiu detectar a superbactéria com 83% de precisão.

Os testes com Cliff foram feitos em dois hospitais de Amsterdã nos quais, como em outros países, os médicos estão tentando reduzir as taxas de infecção pela bactéria detectada pelo beagle. Os exames de laboratório usados atualmente são lentos, caros e podem atrasar o início do tratamento em até uma semana. A Clostridium difficile geralmente afeta pacientes idosos que estão sendo tratados com antibióticos. Ela provoca problemas na flora intestinal, diarreia e, em casos extremos, inflamação intestinal e a morte.

Os cientistas afirmaram que usar um cachorro nos hospitais para detectar os pacientes infectados é uma forma “rápida, eficaz e popular” de evitar a propagação da bactéria. A pesquisa foi divulgada na revista britânica especializada British Medical Journal.

Cheiro

Estudos anteriores demonstraram que cães são capazes de detectar vários tipos de câncer. A ideia de treinar um cachorro para detectar a Clostridium difficile surgiu quando os pesquisadores do Centro Médico da Universidade VU, de Amsterdã, notaram que as fezes contagiadas pela bactéria emitiam um odor específico.

Cliff, que nunca tinha sido treinado para aprender a detectar a bactéria, passou por dois meses de instrução para farejar os odores da bactéria em amostras de fezes e em pacientes contagiados. Cliff tinha que se sentar ou deitar quando o micro-organismo estivesse presente. Quando o beagle foi colocado à prova, foram apresentadas 50 amostras de fezes com a bactéria e 50 sem. Cliff identificou corretamente as 50 amostras positivas e 47 das 50 negativas.

Os números equivalem a uma qualificação de 100% em termos de sensibilidade (a proporção de positivos detectados corretamente) e 94% em especificidade (a proporção de negativos identificados corretamente). Depois, Cliff foi levado para as salas de dois hospitais para provar sua capacidade em meio aos pacientes. O cachorro conseguiu identificar corretamente 25 de 30 pacientes infectados (83% de sensibilidade) e 265 de 270 pacientes sem a bactéria (98% de especificidade).

‘Rápido e eficaz’

De acordo com os pesquisadores, Cliff “demonstrou ser rápido e eficaz, rastreando uma sala completa do hospital para buscar os pacientes com as infecções da C. difficile em menos de dez minutos”. “Para os propósitos de detecção, o cão não precisou de uma amostra de fezes ou do contato físico com os pacientes”, afirmaram os autores da pesquisa. “Tudo indica que os cães podem detectar a C. difficile no ar em volta dos pacientes”, acrescentaram.

Mas, os cientistas holandeses destacam que este foi um estudo inicial e agora deverão fazer pesquisas mais abrangentes. Também existem algumas dúvidas como a imprevisibilidade de se usar um animal como ferramenta de diagnóstico e o potencial que este animal teria de espalhar infecções. (Estadão, 17/12)

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Uma grávida de seis meses, moradora da Capital, precisou ser transferida na tarde deste domingo para Mafra, Norte de SC. A cidade era a única mais próxima de Florianópolis com vaga em UTI neonatal, por volta das 14h. A mulher que precisou de um parto prematuro foi transferida no helicóptero dos Bombeiros, o Arcanjo. Conforme os Bombeiros, todos os hospitais públicos de Florianópolis estavam sem vagas em UTI neonatal nesta tarde.

O secretário estadual de Saúde, Dalmo de Oliveira disse que desconhecia a falta total de vagas em UTIs neonatal na Capital. Ele reconheceu que as vagas estão reduzidas e colocou a responsabilidade na greve e nas novas tecnologias. – Com a greve, diminuiu o número de leitos. Para regularizar a situação só quando acabar a greve. Não tem como inventar vagas. Não há leitos exclusivos para período de greve – disse Oliveira.

O secretário admitiu que mesmo sem greve, esporadicamente há dificuldades de vagas. – São vários motivos. Hoje a tecnologia permite que crianças de muito baixo peso sobrevivam e elas acabam ocupando leitos de UTI durante vários meses – observou. Oliveira negou que o Estado não esteja preparado para atender a demanda. – A demanda é irregular. Hoje toda a capacidade está em uso. Tem a questão também das fertilizações in vitro. Gêmeos e trigêmeos nascem com frequência com baixo peso e ajudam a ocupar leitos em UTI neo-natal – lembrou.

O secretário confirmou que o Estado contratou leitos em unidades particulares durante a greve, e sempre que necessário e quando existe disponibilidade de vagas nas unidades particulares. (DC, 9/12)

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A modelo catarinense Pamela Baris Nascimento, 27, que já trabalhou como assistente de palco em programas de televisão, morreu durante uma lipoaspiração em uma clínica no Ipiranga (na zona sul de São Paulo). O caso ocorreu no último dia 19, mas a polícia só foi informada ontem pela manhã.

De acordo com a investigação, o fígado de Pamela acabou perfurado durante a cirurgia. Ela perdeu muito sangue, sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O corpo já havia sido removido para São Francisco do Sul, em Santa Catarina, onde foi enterrado, quando a polícia soube do ocorrido. Segundo Nelson Junior, advogado do hospital Green Hill, onde o procedimento foi feito, foi opção da família enviar o corpo para a cidade natal e não comunicar primeiro as autoridades.

Foi a tia da vítima, Enedida Nascimento, 61, quem decidiu procurar a polícia. A mãe biológica da modelo morreu quando ela tinha apenas seis anos. “Ela chegou andando e saiu morta da clínica. Quando recebemos a notícia, ficamos revoltados. Eu nem fiquei sabendo que ela faria essa cirurgia, ela não me disse, pois eu não gostava dessas coisas”, contou Enedina.

Agora, o caso é investigado como homicídio culposo (quando não há a intenção de matar). A polícia aguarda a exumação do corpo e o resultado de exames do IML (Instituto Médico Legal). O delegado-titular do 17º Distrito Policial (Ipiranga), Evandro Luís de Melo Lemos, disse que vai pedir uma ordem judicial para ouvir o médico responsável pela cirurgia, Júlio César Yoshimura. A polícia também investiga se houve crime de fraude processual, já que não foi avisada sobre a remoção do corpo.

Os responsáveis pelo hospital Green Hill se reuniram com os familiares da jovem na noite do próprio dia 19 para informar o ocorrido e oferecer o apoio necessário.

Pamela, atualmente, não atuava mais na televisão e cursava biomedicina na FMU. Já era a terceira lipoaspiração a que ela se submetia.

Outros casos

Ao menos outras duas brasileiras morreram neste ano após se submeterem a cirurgias estéticas.

Em fevereiro, a paraense Graciane Carvalho Sampaio, 28, morreu após fazer lipoaspiração e implante de silicone em uma clínica nos EUA.

Em janeiro, a defensora pública Maria Luiza Coelho, 48, morreu após passar por uma cirurgia de lipoaspiração e sustentação dos seios no Hospital Unimed, em Boa Vista (RR). (Folha, 30/10)

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O Ministério da Saúde autorizou o repasse imediato (vamos esperar!) de R$ 3,3 milhões para investimentos no Hospital Universitário da UFSC. A verba é específica para a “rúbrica” de equipamentos e reformas.

Pena que o executivo federal foi menos sensível na questão da seca, e vetou o repasse de verbas e auxílio nos financiamentos às 60 mil famílias catarinenses de pequenos e médios produtores que foram afetados pela grande estiagem deste ano e tiveram suas produções seriamente comprometidas.

A presidente Dilma riscou os estados da Região Sul da Medida Provisória.

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