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Posts Tagged ‘infância e adolescência’

367Agora ficou muito mais simples efetuar a destinação de até 3% do seu Imposto de Renda para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA). Vale lembrar que não há qualquer gasto com isso, trata-se apenas de destinação de parte de seu Imposto de Renda (que já seria pago obrigatoriamente, seja através de retenção direta em fonte ou pago posterior via DARF).

Passo a Passo para a destinação do IR para o FIA (Estadual SC ou Municipal):

1º Passo: Após o preenchimento completo de todos os dados relativos à declaração, faça a visualização no “Menu” da sua declaração, clicando exatamente no 6º item – Resumo da Declaração;

2º Passo: Clicando em Cálculo do Imposto (Independentemente se a pessoa possui Imposto a Restituir), a base de cálculo será o “Total do Imposto devido”, deste valor, o próprio programa calcula o valor máximo (até 3%) que pode ser destinado para o FIA selecionado.

Exemplo: Se no decorrer do ano de 2012 ficaram R$ 5.000,00 de Imposto retido na fonte do titular e após a declaração de IR você terá R$ 1.000,00 de Imposto a Restituir, a base de calculo será os R$ 4.000,00 pagos e não restituídos, sendo que até 3% deste valor (R$120,00) podem ser destinado;

3º Passo: Ainda na opção Resumo da Declaração, clique na opção “Doações Diretamente na Declaração – ECA”;

4º Passo: No canto inferior direito, selecione o botão “Novo e aparecerá a tela Dados da Doação – Estatuto da Criança e do Adolescente, selecione a opção de sua escolha “Estadual/Distrital” ou “Municipal” (Lembrando que para a declaração de IR 2013, em SC, apenas os Conselhos Municipais de Água Doce, Biguaçu e Braço do Norte efetuaram o cadastro na Secretária da de Direitos Humanos da Presidência da República, conforme Portaria SDH/PR nº 1.461, de 18 de Dezembro de 2012, estando aptos e disponíveis para receberem doações diretas pelo programa).

5º Passo: Verificando no canto direito da tela, logo após a seleção da opção, terá o “Valor disponível para doação”. (Lembrando que você poderá destinar esses valores para mais de uma opção de Fundo, para isso, basta selecionar os Fundos e os valores desejados destinando os valores correspondentes até atingir o valor máximo disponível para doação).

6º Passo: Simples e fácil, basta salvar sua declaração e transmitir para a base de dados da Receita Federal do Brasil. Você contribuiu para Cidadania ajudando a transformar o futuro de centenas de crianças e adolescentes de Santa Catarina.

Exerça sua Cidadania ajudando a transformar o futuro de centenas de crianças e adolescentes de Santa Catarina, apenas destinando parte do seu Imposto de Renda da Declaração de Ajuste Anual 2013 para o FIA Estadual ou Municipal.

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Aumento da venda de metilfenidato para crianças de 6 a 16 anos ocorreu entre 2009 e 2011, segundo a Anvisa; motivo ainda precisa ser avaliado

criança hiperativa doidona

O consumo do medicamento para tratamento de hiperatividade, o metilfenidato, entre crianças de 6 a 16 anos aumentou no País 75% de 2009 a 2011, revela pesquisa inédita da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O levantamento, feito com base na análise dos dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), mostra ainda que, entre população de 16 a 59 anos, o crescimento do consumo do remédio foi menor, mas também expressivo: 274%.

O estudo indica haver uma estreita relação entre o padrão de uso do metilfenidato e as atividades escolares. A prescrição cai durante as férias e é significativamente maior no segundo semestre. Em 2011, por exemplo, o consumo médio brasileiro no primeiro semestre foi de 19,7 caixas para cada mil crianças. Entre agosto e dezembro, a média subiu para 26,6 caixas por mil. “Os resultados do levantamento trazem uma série de perguntas: profissionais estão prescrevendo o remédio de forma adequada? O aumento do consumo da droga nesses níveis já era esperado?”, avalia o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.

A presidente da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (Abenepi) no Distrito Federal, Denize Bomfim, afirma não haver uma resposta única para as perguntas. “O aumento da prescrição era, sim, esperado: o diagnóstico da doença melhorou. Hoje, tanto pais quanto professores têm uma noção melhor sobre o que é o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).” A neuropediatra, porém, diz que não é possível saber se o crescimento é apenas fruto da melhora de diagnóstico. “A droga vem sendo usada de forma inadequada por jovens em busca de melhor rendimento. Mas não há como afirmar se tal fenômeno influenciou os índices de prescrição.”

O fato de se falar mais sobre a doença também faz aumentar a pressão, seja dos professores ou dos próprios pais, para prescrição do remédio ao menor sinal de dificuldade de aprendizado. Por isso, a substância é conhecida como “droga da obediência”.

A coordenadora do SNGPC, Márcia Gonçalves, afirma que esse tipo de comportamento também deve ser analisado. “Nosso trabalho pode ser usado como referência para as discussões.” Para evitar que a prescrição seja feita de forma inadequada, Denize diz que a criança tem de ser avaliada por uma equipe multidisciplinar. “E antes de pensar em TDAH é preciso verificar outros fatores, como dificuldades na relação com o professor ou com a classe ou questões familiares.”

Sobre o fato de o consumo do remédio variar de acordo com o período letivo, Denize afirma que a recomendação é para que a droga não seja dada durante os fins de semana e, em alguns casos, durante as férias.

Vendas. O metilfenidato é vendido no Brasil com três nomes comerciais diferentes. Em 2009 foram prescritas 557.588 caixas do remédio. Em 2011, o número saltou para 1.212.855. O mais conhecido virou sinônimo de metilfenidato: Ritalina.

O aumento do consumo do remédio foi identificado em todas as regiões do País. Oito Estados registraram queda na prescrição do remédio ao longo dos últimos três anos: Acre, Pará, Tocantins, Alagoas, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. Já o Distrito Federal é a unidade federativa que registrou maior consumo do produto em 2011: foram 114,59 caixas a cada mil habitantes. Em 2009, a média era de 59,42. Denize diz não saber as razões dessa estatística. “O dado é surpreendente e merece uma investigação mais detalhada. Qualquer avaliação agora poderia levar a um erro”, avalia. Márcia acredita também que os dados de consumo nos Estados podem ajudar a identificar distorções ou abusos.

O fato de o DF apresentar um grande número de jovens e adultos que buscam uma carreira pública, por meio de concursos, os chamados “concurseiros”, merece ser avaliado. “Mas a pesquisa, sozinha, não pode ter seus resultados extrapolados. Ela mostra um sintoma. As causas têm agora de ser investigadas”, afirma Denize. Barbano considera que a pesquisa apresenta um dado positivo: o fato de a prescrição do medicamento ter sido feita, sobretudo, por médicos de especialidades relacionadas com a assistência à criança e ao adolescente que tratam de problemas no sistema nervoso central. O trabalho demonstrou, porém, que alguns profissionais prescreveram uma quantidade do medicamento bem acima da média dos colegas. Márcia afirmou que os dados da pesquisa foram repassados para vigilâncias estaduais. “Se houver indícios de abuso, os fatos também serão encaminhados para os conselhos regionais de medicina.”

Para entender:

Criança fala em excesso

1. Sintomas

Entre as crianças, os principais sintomas da hiperatividade são: dificuldade para esperar a sua vez em determinada atividade, move-se constantemente e não consegue ficar sentada, se esquece as coisas, fala excessivamente e é incapaz de brincar calada.

2. O remédio

Os efeitos adversos dos medicamentos à base de metilfenidato são dores gastrointestinais e de cabeça, supressão do crescimento, aumento da pressão, redução do apetite, depressão, crise de mania e eventos cardiovasculares. (Estadão, 18/2)

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Doe parte do imposto devido (até 6% para Pessoa Física) no ajuste. O montante escolhido é repassado ao FIA e deduzido do seu IR.

Doe parte do imposto devido (até 6% para Pessoa Física) no ajuste. O montante escolhido é repassado ao FIA e deduzido do seu IR.

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Uma grávida de seis meses, moradora da Capital, precisou ser transferida na tarde deste domingo para Mafra, Norte de SC. A cidade era a única mais próxima de Florianópolis com vaga em UTI neonatal, por volta das 14h. A mulher que precisou de um parto prematuro foi transferida no helicóptero dos Bombeiros, o Arcanjo. Conforme os Bombeiros, todos os hospitais públicos de Florianópolis estavam sem vagas em UTI neonatal nesta tarde.

O secretário estadual de Saúde, Dalmo de Oliveira disse que desconhecia a falta total de vagas em UTIs neonatal na Capital. Ele reconheceu que as vagas estão reduzidas e colocou a responsabilidade na greve e nas novas tecnologias. – Com a greve, diminuiu o número de leitos. Para regularizar a situação só quando acabar a greve. Não tem como inventar vagas. Não há leitos exclusivos para período de greve – disse Oliveira.

O secretário admitiu que mesmo sem greve, esporadicamente há dificuldades de vagas. – São vários motivos. Hoje a tecnologia permite que crianças de muito baixo peso sobrevivam e elas acabam ocupando leitos de UTI durante vários meses – observou. Oliveira negou que o Estado não esteja preparado para atender a demanda. – A demanda é irregular. Hoje toda a capacidade está em uso. Tem a questão também das fertilizações in vitro. Gêmeos e trigêmeos nascem com frequência com baixo peso e ajudam a ocupar leitos em UTI neo-natal – lembrou.

O secretário confirmou que o Estado contratou leitos em unidades particulares durante a greve, e sempre que necessário e quando existe disponibilidade de vagas nas unidades particulares. (DC, 9/12)

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Promoção bacana do Banco Itaú dá coleção de livros infantis. Para pedir a sua, clique aqui.

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Como vem se noticiando desde o fim de semana passado, chega a vinte e três o número de crianças que passaram mal nos últimos dias, após ingerirem leite pasteurizado em Santa Catarina. Delas, sete continuavam internadas até ontem: três em Tubarão, uma em Joinville, uma em Navegantes e outra em Itajaí.

Os pacientes apresentaram cianose central aguda (escurecimento da boca e arredores) causada pela ingestão de uma substância conservante chamada nitrito.

Segundo Fábio Gaudenzi, diretor de Vigilância Epidemiológica (Dive), é como se a pessoa estivesse com a garganta bloqueada por algum objeto e a dificuldade de respirar deixa o rosto com a coloração roxa. “A maioria dos casos foi considerada relativamente leve, mas causou uma grande preocupação às famílias”, disse Gaudenzi.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc) e a Vigilância Sanitária do Estado iniciaram uma investigação que apontou para a contaminação da marca de leite Holandês, de Biguaçu, cidade vizinha a Florianópolis. A principal suspeita é de que tenha ficado algum resíduo após o processo de limpeza das tubulações de pasteurização do leite.

A fábrica foi interditada, assim como a venda dos alimentos da marca. Todos os lotes de leite Holandês foram apreendidos e inutilizados. (Estadão, 25/9)

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