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Uma pesquisa de opinião encomendada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) indicou que a maioria da população afirma conhecer o papel da instituição, mas não sabe dizer o que ela faz. Uma das principais confusões das pessoas é em relação à vinculação do MP à estrutura de Estado. O programa Alcance do mês de julho esclarece a função do Ministério Público. Para falar sobre o assunto, o Alcance convidou o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, José Galvani Alberton, que também é Presidente da Comissão do Planejamento Estratégico do MPSC. O programa Alcance deste mês já está disponível no YouTube e estreia no dia 8 de julho, próximo domingo, na TV UFSC, canal 15 da NET, em Florianópolis.

“O MP não pertence nem ao Executivo, nem ao Legislativo e nem ao Judiciário. Ele é um órgão autônomo, independente em relação aos demais poderes”, explica o Subprocurador-Geral de Justiça. Ele também esclarece o novo perfil da instituição, que pretende atuar cada vez mais de forma preventiva: “Não adianta percebermos que o meio ambiente está sendo agredido, que o consumidor está sendo lesado e que os indicadores de educação e saúde estão abaixo do desejado e, diante disso, não sentirmos nada, nenhum tipo de motivação para agir. Antes que a sociedade venha nos pedir, nós vamos fazer um esforço de tomar a iniciativa e oferecer o serviço.”

Alberton ainda faz um breve relato sobre a história da instituição e esclarece as dúvidas da população no quadro “O povo pergunta”.

Para finalizar, Alberton deixa uma mensagem para a população. “O Ministério Público precisa ser humilde: reconhecer que pode fazer muita coisa, mas ainda está devendo muito e é necessário fazer mais. Para isso, precisa do apoio da sociedade, não apenas para aplaudir, mas para indicar os equívocos que possa ter cometido.” (COMSO/MPSC)

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Casos mais graves terão prioridade no atendimento

Uma dor incômoda, porém leve, ou um mal estar que parece não ter fim: sintomas que nos levam a imaginar que estamos diante de algum problema grave de saúde. Se isto ocorrer num final de semana, feriado ou noite, o caminho correto é procurar uma emergência.

Até 2008, a opção era buscar alguma emergência anexa a um dos hospitais públicos da Capital – e dividir  a fila de espera com pacientes de toda região metropolitana. Com a entrada em funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento 24 horas do Sul da Ilha, em 2008, e da UPA Norte, no inicio de 2009, a população de Florianópolis passou a contar com uma nova opção.

Com cerca de mil metros quadrados cada, estas unidades são maiores que as emergências hospitalares e, por sua localização, possibilitam um acesso mais rápido para quem mora na Capital.

Cada UPA de Florianópolis conta, por plantão, com dois médicos clínicos, dois pediatras, um cirurgião e um dentista, além de outros membros da equipe de apoio. Somente em 2010 estas unidades ultrapassaram os 250 mil atendimentos. Destes, apenas dois por cento precisaram ser encaminhados a um hospital – o restante foi resolvida na própria UPA.

Nos últimos sete anos, o número de médicos na Rede Municipal de Saúde de Florianópolis passou de 148 para 336. Além disso, a área física da nossa rede mais que dobrou no mesmo período. Tanto que, atualmente,  Florianópolis é modelo nacional nesta área.

Classificação de risco

As UPAs 24 horas são unidades de saúde que priorizam o atendimento de emergência. Ali, é a gravidade do caso – e não a ordem de chegada – que determina a rapidez com que o paciente será atendido. Por isso, casos que não sejam de urgência podem demorar mais a receberem atendimento numa UPA.

Vale lembrar que para casos que não são de urgência, a cidade conta com 50 Centros de Saúde – e que muitos dos casos que chegam às Upas poderiam ser resolvidos nos prórios Centros de Saúde.

Para determinar a urgência de cada caso, as UPAs de Florianópolis utilizam uma “Classificação de Risco”. Quanto maior a gravidade do caso maior será sua prioridade. Esta classificação,  (veja documento no final da matéria), garante que pacientes com maior risco sejam atendidos de imediato –  o que pode ser fundamental para salvar uma vida.

A classificação é feita por profissionais capacitados para este fim, que se basearão em critérios já estabelecidos e utilizados em países do primeiro mundo – como, por exemplo, a Inglaterra – para determinar a gravidade do caso. É a partir desta “Classificação de Risco” que se determina qual o tempo de espera pelo atendimento – que  pode ser imediato ou de até mais de duas horas de espera, a depender da demanda. (PMF)

  • Casos de urgência

1-    Parada cardiorrespiratória;

2-    Choque;

3-    Queda violenta na pressão arterial;

4-    Insuficiência respiratória;

5-    Trauma craniano;

6-    Dor torácica moderada;

7-    Dor abdominal moderada;

8-    Vômitos e diarréias;

9-    Ferimentos com febre;

10-  Dificuldade moderada para respirar.

  • Encaminhamento para centros de saúde:

 1-    Nenhum dos sintomas acima presentes;

2-    Trauma (machucado) leve;

3-    Sintomas leves de gripe;

4-    Dor abdominal leve;

5-    Tontura ( com estado geral normal);

6-    Conjuntivite;

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