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Posts Tagged ‘obesidade e sobrepeso’

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A imagem acima compara a quantidade de açucar encontrada em diferentes bebidas. O melhor e mais saudável, claro, é a água. Mas, se você, como eu, gosta de ter um sabor na sua bebida, porque não adicionar algumas rodelas de limão ou outra fruta qualquer à água?

Olhem esse aí embaixo! Fácil de preparar e você só precisa de frutas frescas (vai sair mais barato do que comprar refri também!): pêssego, kiwi, limão siciliano e framboesas, além da boa e velha água. Você faz em casa e escapa do açúcar industrializado ou dos perigosos adoçantes artificiais, trocando-os pela frutose.

drinks

Eu, particularmente, gosto muito de fazer o seguinte também: água com gás, gelo, rodelas de limão tahiti e limão siciliano e meio de cada espremido! Com esse calor então…

Deu no PositiveMed.

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Dia 16 de outubro é o Dia Mundial da Alimentação e em uma ação realizada no início daquele mês, em Porto Alegre, trocaram os pratos tradicionais do buffet de um restaurante de grande fluxo por outros, 20% menores – nos quais, literalmente, faltava um pedaço! A ideia era chamar a atenção para os 20% de alimentos que são desperdiçados diariamente no Brasil, o país campeão mundial no índice. Sem falar que, com a aumento da obesidade e sobrepeso nas pessoas de vários países, incluindo o Brasil, cortar 2o% do que se põe no prato também fará um grande bem, que se estende ao bolso!!!

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Batata Pringles tem gordura trans, mas esconde do consumidor, afirma Proteste. Levantamento mostra que 32% dos produtos analisados pelo órgão ainda têm substância. A gordura trans está diretamente ligada a problemas de saúde, como aumento do colesterol.

Para ler a notícia completa, clique aqui.

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Segundo pesquisa, quanto mais uma mulher com excesso de peso emagrece, menores os níveis de hormônios associados ao câncer

Mesmo moderada, a perda de peso já pode reduzir significativamente os níveis de hormônios associados ao risco de câncer de mama. De acordo com uma nova pesquisa, a diminuição de 5% no peso corporal pode chegar a reduzir pela metade as chances dos tipos mais comuns de tumores de mama. O estudo foi feito no Centro de Pesquisa em Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, e publicado nesta segunda-feira no periódico Journal of Clinical Oncology.

Esse trabalho é o primeiro ensaio clínico feito para estudar os efeitos do emagrecimento na incidência da doença. Ele se baseou em dados de 493 mulheres com obesidade ou sobrepeso, sedentárias e com idades entre 50 e 75 anos. As participantes foram divididas em quatro grupos de acordo com os hábitos os quais foram designadas a seguirem: somente atividade física (cerca de 20 minutos ao dia de caminhada rápida); exercícios e dieta; somente dieta; e nenhuma intervenção.

Essas mulheres foram acompanhadas durante um ano. Após esse período, a equipe mediu, por meio de exames de sangue, os níveis de alguns tipos de hormônios sexuais que estão relacionados ao risco de câncer de mama, entre eles diferentes tipos de estrogênio e testosterona. A equipe observou que as mulheres que fizeram tanto dieta quanto atividade física tiveram uma redução de até 25,8% nos níveis desses hormônios, dependendo do tipo. Essa diminuição foi de até 22,.4% entre as mulheres que apenas seguiram uma dieta.

Embora as participantes desses dois grupos tenham perdido, em média, 10% do peso ao longo do estudo, a pesquisa concluiu que uma redução de 5% do peso corporal já é suficiente para haver um impacto benéfico sobre os níveis hormonais, podendo diminuir as chances de câncer de mama em até 50%. Os resultados indicaram que quanto mais peso perdido, maior é o efeito positivo.

Segundo os autores do estudo, essas conclusões somente se aplicam a mulheres com sobrepeso ou obesidade que não estão fazendo reposição hormonal. “A quantidade de peso perdido foi a chave para as mudanças nos níveis hormonais, e o maior efeito foi obtido com uma associação de dieta e atividade física. Por isso, o ideal é que as mulheres, para emagrecer, incluam esses dois hábitos no dia-a-dia e assim reduzam os níveis de hormônios como o estrogênio”, diz Anne McTiernan, coordenadora do estudo. (Veja online)

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