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Posts Tagged ‘saúde mental e psicológica’

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Divulgando casos, debatendo o assunto, priorizando a discussão: a Abrasco aderiu ao Setembro Amarelo – uma campanha, criada em 2014, que busca conscientizar sobre a prevenção do suicídio, um problema de saúde pública que vive atualmente a situação do tabu e do aumento de suas vítimas.

Falar é a melhor solução no combate ao estigma do tema: a cada 45 minutos um brasileiro tira a própria vida e a cada 40 segundos uma pessoa morre vítima de suicídio no mundo, totalizando, mundialmente, em mais de 1 milhão por ano e superando os números de mortos por homicídio e guerras juntos.

Ainda sim, somos o 8º país no mundo em números absolutos de suicídios consumados e 17% das pessoas no Brasil já pensaram em se matar em algum momento da vida.

Com dados tão alarmantes, a necessidade de divulgação tornou-se uma questão de saúde pública e dever social. Participe da campanha, saiba mais Aqui.

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III Congresso Brasileiro de Direito e Saúde

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O que colocamos no prato exerce grande influência a curto e a longo prazo no processo de aprendizado e memorização. Estudantes que estão prestes a entrar na maratona dos vestibulares podem ter na alimentação uma poderosa aliada. Saiba como:

1- Priorize o café da manhã,  o benefício já começa cedo pela manhã, ao garantir nutrientes importantes para a capacidade cerebral.  Inclua sempre um cereal integral como aveia em flocos, quinua, amaranto, pães integrais, que oferecem as vitaminas do complexo B capaz de melhorar a função cognitiva. Os carboidratos integrais de modo geral ajudam a manter a glicemia (açúcar no sangue) controlada, e a glicose é a principal fonte de energia do cérebro

2- Inclua ovo mexido, omelete ou panqueca no desjejum. O ovo é rico em colina,  precursora da síntese de acetilcolina, um neurotransmissor associado com a função cognitiva e memória. O ovo deve estar presente principalmente no jantar da véspera da prova e no café da manhã antes de sair de casa

3-  Alimentação fracionada – de 3 em 3 horas – ajuda a manter a glicemia (açúcar no sangue) dentro da normalidade, favorecendo a circulação e “alimentação do cérebro”

4-  Opções para incluir nos lanches intermediários (manhã ou tarde)

– Frutas frescas (melão, melancia, manga, uva, goiaba, mamão)
– Frutas oleaginosas (castanhas, nozes, avelã, macadâmia), são ricas em zinco, um mineral que contribui contra a aceleração do envelhecimento do cérebro
– Ovo de codorna temperado com azeite  ou partido dentro de um sanduíche. O ovo de codorna também é fonte de colina
– Sementes de abóbora ou girassol: são boas fontes de magnésio, que ajuda a controlar a ansiedade, tão característica nessa fase

5- Entre as refeições e antes de estudar tome uma xícara de chá verde. As catequinas presentes no chá  têm forte ação antioxidante e  propriedades que atuam no sistema nervoso central. O efeito benéfico na memória pode ser também atribuído à cafeína presente no chá, que ajuda a melhorar a concentração e atenção, contribuindo com o  aprendizado e registro de informações. No dia da prova leve o chá verde gelado numa garrafinha

6- Outra opção: chá mate batido com um pouco de açúcar, gelo e limão. Além do efeito da cafeína, o limão é fonte de vitamina C, que ajuda a combater a fadiga e o cansaço, além de hidratar e refrescar nos dias quentes

7- Evite refeições volumosas. O excesso de alimento reduz a capacidade de concentração porque grande parte da circulação sanguínea volta-se ao trato digestivo, reduzindo a oxigenação cerebral. Por isso, refeições leves são mais indicadas às vésperas de provas, com alimentos de fácil digestão (frutas, legumes, verduras, carnes grelhadas, cereais integrais)

8- Evitar alimentos calmantes (maça, alface, maracujá, camomila, erva cidreira, melissa) antes de concentrar-se nos estudos. Esses alimentos são mais indicados antes de dormir, já que relaxam e induzem ao sono

9- Aumente o consumo de peixes, principalmente aqueles que são fontes de ômega 3 (salmão, cavala, arenque, salmão, atum e a sardinha). A presença de ômega 3  na dieta  favorece o aprendizado e memorização

10-  Precisamos lembrar que o cérebro  tem grande quantidade de gorduras. Os ácidos graxos poli-insaturados regulam a energia na região cerebral e são componentes da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina, que auxilia na rapidez com que as informações são transmitidas de uma célula para a outra.  Assim, as gorduras boas são importantes: azeite de oliva, abacate, frutas oleaginosas e o óleo de canola e a linhaça (óleo ou semente)

11- Temperos como alecrim e cúrcuma (açafrão da terra) também trazem benefícios. O alecrim ajuda a melhorar a disposição e estado de alerta, e o açafrão protege os neurônios. Pode-se temperar com o açafrão legumes e frango, como também colocar na finalização do arroz e na elaboração de molhos. O alecrim dá um sabor especial no ovo mexido ou no omelete

12- Aqui vai uma boa notícia:  chocolate meio amargo (50- 70% de cacau) é uma excelente opção. Sem exagero, claro. Uma unidade pequena, aproximadamente 30 gramas já é suficiente.  O cacau melhora a função cognitiva. Pode-se também colocar o cacau em pó em vitaminas, sucos e salpicar nas frutas ou cereais. (Veja.com.br, 6/11)

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Às vezes sentimos raiva ou aflição no trabalho e perdemos a compostura, falando rispidamente com os colegas ou querendo chorar. Como controlar os sentimentos antes de agir?

“Quando perdemos o controle emocional, é difícil recuar um passo e ver o que está realmente acontecendo”, diz Lynn Friedman, psicanalista e consultora de carreiras em Washington. Ao sentir uma reação intensa no trabalho, pergunte a si mesmo se a reação é realista e justificável. Às vezes o que está motivando esses sentimentos guarda pouca relação com o momento.

Em vez de reagir na hora, dê algum tempo para você mesmo, dizendo: “Preciso refletir. Podemos voltar ao assunto dentro de um ou dois dias?” Então procure analisar o mais objetivamente possível o que causou o aborrecimento. “Se, por exemplo, você está decepcionado com uma decisão que afeta um projeto seu, pense sobre a razão que pode ter motivado a decisão”, recomenda Friedman.

Suas reações podem até estar ligadas à sua infância. Fazer essas conexões pode ajudá-lo a reconhecer seus gatilhos e controlar suas respostas.

Deborah Grayson Riegel, fundadora da Elevated Training, de Hewlett, Nova York, diz que anotar seus sentimentos e pensamentos pode ajudar a desabafar. Além disso, você pode querer compartilhar com alguém aquilo que escreveu. Reprimir sentimentos como raiva, frustração ou tristeza afeta o desempenho no trabalho? “Sim. Evitamos expressar emoções no trabalho, contorcendo-nos de várias maneiras, o que gera uma quantidade enorme de estresse”, diz a terapeuta Karen Steinberg, de Nova York.

Segundo ela, a repressão frustra a criatividade, porque a energia que poderia ser empregada para pensar criativamente é “desviada para ajudar você a lidar com o chefe ou administrar a situação”. Quando você conserva emoções fortes reprimidas, não pensa com tanta clareza quanto quando está calmo, diz Riegel. “Você não é capaz de fazer bons julgamentos. Pode apresentar uma reação física, também.”

Para Aubrey Daniels, psicóloga da consultoria gerencial Aubrey Daniels International, embora você possa pensar que está conseguindo conter bem seus sentimentos, eles geralmente transparecem de outras maneiras, quer seja em suas expressões faciais, nos comentários que você faz ou em sua atitude. Existem maneiras aceitáveis de expressar sentimentos negativos no trabalho?

Para Lynn Friedman, é mais uma questão de timing do que qualquer outra coisa. Se possível, dê-se um dia para refletir sobre o que o está incomodando. Quando você for falar com seu chefe ou seus colegas, utilize o mesmo tipo de linguagem que eles estão usando. Ser emotivo -demonstrar agitação visível, ficar corado ou levantar a voz geralmente é visto como pouco profissional. Por isso, é recomendável que a pessoa se dê um tempo para acalmar por completo antes de falar com um gerente ou com colegas de trabalho. (Deu no New York Times, 24/10)

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Ou quem sabe parar de fumar de uma vez? A partir de uma semana, seu corpo já começa a sentir os efeitos positivos da ausência do cigarro. Procure seu médico!

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“Quando alguém sofre uma agressão de qualquer tipo, quem é o responsável? A resposta parece óbvia, o agressor! Nem sempre é assim que as coisas funcionam no caso de violência contra a mulher. Embora seja garantido a ela o direito de denúncia e proteção, na prática o que costuma acontecer é que a vítima é julgada como sendo responsável de alguma maneira pela violência. Violência não é só violência física, é também psicológica, simbólica e patrimonial. Quando uma mulher é obrigada a escutar comentários de péssimo gosto, que tem relação com seu corpo e a forma como ela está vestida, isso também é violência.

Quando se trata de abuso sexual, é comum ouvirmos que “a mulher facilitou”, andou em lugares perigosos, vestiu-se de maneira inapropriada, ou até mesmo “não se deu ao respeito”. Esse tipo de atitude acaba por impedir a mulher de procurar ajuda, afinal, ela mesma pode se sentir culpada uma vez que vive numa sociedade que mantém pensamentos como esse. Lugar de mulher é em qualquer lugar, em qualquer horário e com a roupa que ela quiser! A marcha das vadias é um movimento de abrangência mundial que visa eliminar, ou ao menos questionar essa lógica machista e bastante perigosa.

Ora, se um homem é vítima de agressão, ninguém o responsabiliza de forma alguma e nem deveria. O que nosso movimento quer defender é que uma mulher também deve poder ser livre para se vestir e se comportar como bem entender, tendo total autonomia sobre o seu corpo e que nada nem ninguém pode nele intervir sem sua autorização. Por fim, trata-se de uma marcha pela liberdade e igualdade de gêneros.

Dia 26 de maio de 2012

Concentração às 10h na Catedral Metropolitana (centro)

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